Páginas

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

sábado, 17 de outubro de 2015

A mãe e o Serviço Cristão

Por estes dias eu recebi um telefonema de uma amiga muito querida. Ela estava aflita e chorosa pois se sentia péssima! Ao indagar a razão, ela me disse aos prantos:

- Sinto que não dou conta! Eu queria muito dar conta de tudo e voltar a servir a Deus como antes! Me sinto inútil e incompetente! Olhe pra mim. O que é que eu faço? Não dou conta de cuidar das crianças, ser uma benção na igreja e ainda dar atenção ao meu marido. 

Ela chorava copiosamente, falando de como se sentia.


Eu me senti na obrigação de encorajar aquela amiga. Já estive nesse lugar. Já senti que o mundo caía sobre minha cabeça. Ainda bem que ler minha Bíblia e conversar com sábias mulheres que me servem de referência como mães, esposas e servas de Cristo que quero ser, fui ajudada.


Quando o meu primeiro filho nasceu, nós estávamos servindo a Deus numa congregação com bastante empenho. Sempre que meu marido, como meu líder na igreja, me solicitava algo, lá estava eu. Houve tempos em que eu até achava novas atividades pra me ocupar no serviço cristão. Quando solteira, eu era ainda mais atuante. Mas aos poucos, minha vida foi mudando e a forma de servir a Deus, também. Lembro-me do dia em que uma irmã da igreja muito querida me abordou e pediu que eu fosse palestrante de uma série de palestras para moças. Expliquei que naquele momento isto não caberia no meu tempo. Eu tinha um bebê pequeno, ainda amamentava e no sábado era impraticável para mim. A irmã tentou de várias maneiras me convencer de que eu deveria fazer o que me pedira e que enquanto eu cuidasse da obra de Deus, Deus cuidaria da minha família.  Segundo ela, eu era idólatra, pois estava incorrendo no grave erro de deixar de servir a Deus para servir ao meu filho e esposo. Eu tentei conversar com ela. Explique que pra mim servir a Deus e à minha família não eram coisas opostas. Não adiantou: tínhamos ideias claramente diferentes sobre o que é servir a Deus. Ela se embasava em versículos que estavam fora de contexto e me passou um sermão.


Sempre que escuto algo do tipo, fico refletindo sobre como nos falta compreender o que de fato é a obra de Deus. Criamos prioridades em nome de Deus e podemos muitas vezes, até com boa intenção, fazer muitas coisas nas quais não estamos escolhendo a melhor parte, achando que estamos servindo. Estes dias olhei mais de perto  e com carinho uma mulher vista com desdém na minha comunidade cristã. Ela não prega, não coordena nada, não tem uma vida intelectual brilhante. Muitas vezes, seu marido não tem ao lado o que muitos chamariam de uma esposa à altura. O que eu fico pensando é: "Será que Deus vê assim?" Mas ela é mãe de quatro lindos filhos que ama e cuida e ensina sobre Deus. Cuida do marido e  lhe faz bem. Além disto, é capaz de tocar uma reforma, criar beleza em sua casa e tem uma louvável força interior para enfrentar dias difíceis. É uma investidora e negociante nata. Faz renda extra sempre! Minha pergunta é: a quem essa mulher serve? Pra quem é cada fralda que troca? Pra quem é cada almoço gostoso que sai do seu fogão? A quem ela serve quando alenta o marido,  cansado com boas palavras e dizendo: "Vá, em frente! Aqui eu cuido!" Pra quem é o culto doméstico que ela faz a cada noite com seu lindo quarteto? 



Um outro exemplo, uma outra história: quando ainda dava aulas no seminário da minha igreja conheci mais de perto uma mulher, minha aluna e esposa de um dinâmico pastor da igreja que faço parte. Ela começou a me contar como regia às coisas em sua casa. Agora não sei se ela tem 3 ou 4 filhos, mas eis o que me contou: um dia colocando os filhos na condução para ir à escola ela fez um cálculo simples. Se deixasse de pagar condução ganharia um bom dinheiro. Ela e o marido estavam com as finanças apertadas, mas ela convenceu o marido a lhe dar o dinheiro da condução e ela veria como  levaria os filhos à escola. Com o dinheiro da condução, ela negociou e comprou um fusca para deslocar as crianças e a si, sem preocupar o marido. Naquele momento em que conversamos, ela estava juntando dinheiro para construir pequenas casas para alugar. Acompanhava cada passo dos filhos e não deixava de ser produtiva e de ganhar seu dinheirinho para investir. Também ajudava o esposo na igreja, dentro de suas possibilidades. Ela me deu uma aula sobre como trocar gastos supérfluos por investimentos simples. No fim da conversa, disse a ela que me tornei sua admiradora, ela deu de ombros e acho que até hoje, por mais que eu diga isso quando nos vemos, não sabe como impactou minha vida. Ao ver seu marido pregar ou desempenhar sua função na igreja, eu penso logo nela e no seu ministério junto àquele homem e aos seus filhos. Como aquela mulher simples vale para mim!

Não estou dizendo que devemos ser ausentes na nossa comunidade cristã. Nem há base bíblica para que sejamos relapsos e menosprezemos a importância de congregar entre irmãos. No entanto, o apostolo Paulo já nos alerta que o serviço prioritário de uma mãe e esposa cristã é desenvolvido em seu lar. Quando somos solteiras, há clareza nas cartas paulinas sobre a expectativa divina de que nossos filhos e marido sejam o centro do nosso serviço ao Senhor. Você pode servir a Deus na igreja. No entanto, tenho aprendido que isto não pode competir com a missão confiada por Deus no lar. este aprendizado não veio do nada. Não era tão claro para mim desde o inicio. Aprendi à medida que abri o coração.

Quando solteira eu era ativa nas atividades da igreja. Se fosse solicitada, lá estava eu. Como já falei, quando casei, auxiliar meu esposo nas atividades da igreja estava no topo da lista. No entanto, a cada filho meu que nasceu senti um despertamento para servir mais a Deus dentro do meu lar. Esta semana eu li um feliz depoimento de uma missionária leitora do blog que fez a seguinte afirmação: se alguém tem que perder, se tenho que abrir mão de algo que não seja minha família! Essa ideia resumiria um pouco a transformação que o Santo Espirito causou em mim. 


Não, não estou dizendo que você deva resumir sua vida ao seu lar. Não estou dizendo que só importa a necessidade dos seus. Nenhuma mulher que queira viver provérbios 31 em sua plenitude pensará assim. Estou dizendo que se seu serviço em casa, seu cuidado com os seus, se feito de coração, se feito visando a obediência a Cristo é também uma forma de servir a Deus. Se  você está vivendo um tempo em que os seus tomam a maior parte do seu tempo, não se sinta inútil. Você está fazendo exatamente o que Deus considera prioridade! Há estações em nossas vidas, tempos diferentes, e em cada um desses momentos cabe a nós discernir através da palavra viva o que Deus quer de nós. Além disso, desacelerar, em certas ocupações, pode trazer para sua vida outros ministérios que são necessários na vida da igreja, mas que muitas vezes por serem aquelas funções sem visibilidade contam com poucos obreiros. 
Vou dar um exemplo: quando desacelerei nas atividades da igreja , eu pude me ocupar de outras coisas. Uma delas, pude voltar a ser voluntária do departamento infantil. Como bebês, meus dois filhos precisaram da minha presença no departamento infantil. Há anos eu estava nas classes femininas. No entanto, é no maternalzinho da EBD que tenho me sentido útil ao Senhor. Além de levar a palavra aos pequeninos, já confortei mães tristes, já orei e ajudei  aquelas que lidam com filhos rebeldes, já encorajei mães que  pensavam em deixar de levar os filhos à igreja porque dão trabalho, já tive oportunidades lindas de servir ao Senhor naquele singelo cantinho, mesmo que fosse limpando um pequenino. Um dia desses, um irmão muito querido me perguntou se não era desperdício que eu estivesse no departamento infantil. Expliquei para ele que nunca me senti tão útil ao reino e ao meu Mestre e Salvador. Sentada no banco, indo trocar as fraldas de Beatriz no berçário do templo, e em tantos outros momentos pude olhar e orar por aquelas que talvez não me procurariam se eu estivesse correndo entre cargos e responsabilidades de visibilidade. É quando elas me percebem como mãe comum que tomam coragem e me procuram. Hoje entendo, Deus precisa de nós exatamente onde Ele nos planta na sua casa. Podemos, sim, ser benção para Deus no nosso lar:


  • Você pode se tornar uma intercessora fiel;
  • Pode usar seu telefone e seu lar para acolher quem precisa de encorajamento;
  • Pode abençoar pequenos corações dos seus filhos e de outras crianças através da atmosfera que você cria em seu lar e da palavra que compartilha;
  • Pode ser hospitaleira, pode servir aos necessitados em qualquer âmbito da vida;
  • Pode ser ativa na sua igreja local da forma que lhe é possível, fazendo o que pode com dedicação em vez de tentar fazer tudo sem foco e com desleixo.
Faz alguns meses que pedi oração a um grupo de mães da nossa igreja. Juntas mantemos um abençoado grupo de encorajamento no WhatsApp. Pedi que orassem pois dois amiguinhos do meu filho iam à minha casa brincar com ele. Queria que nosso lar fosse um testemunho vivo de Cristo e Seu amor. Fiquei muito tocada quando em resposta a meu pedido, uma das mães, a querida Gilnaide Teles (que aparece ao lado de sua Laurinha na foto abaixo), compartilhou o seguinte testemunho, que postarei aqui usando suas próprias palavras:


``Tive minha primeira experiência com Jesus aos 7 anos.Minha mãe aceitou a Jesus e passamos a segui-lo. Porém, pouco tempo depois, ela desviou-se dos caminhos do Senhor. Me entristeci muito, pois gostava muito de ir ao templo e também já havia feito algumas amizades.

A palavra havia sido semeada no meu pequeno coração. Sendo pequena demais não podia absorver tudo que era falado, mas guardei a palavra  dita por uma tia na escola dominical: `que seus pés nunca se desviem do caminho de Deus, e sempre que for dormir ajoelhe-se e peça pra Jesus ficar ao seu lado! Fale o que sente para ele, assim serão sempre amigos'. 


Quase dois anos depois nos mudamos para outro bairro e descobri que naquela rua apenas nossa família não era crente. Não temos ideias de   como as crianças são usadas por Deus para levar Jesus às pessoas. Conheci naquela rua uma menina e nos tornamos amigas, ela e sua família serviam a Deus. Essa pequena menina que tinha nove anos começou a falar de Jesus pra mim. Eu nunca tinha visto uma família tão cheia de Deus, tão amorosa e dedicada ao serviço do Senhor. Sempre me convidavam para as refeiçoes. Eu amava pois eram momentos maravilhosos; havia um momento de louvor e oração. O pai cantava com a mãe e as duas filhas, as crianças, recitavam versos dos Salmos e na oração pareciam sentir Jesus presente e choravam muito. 

Naquele lar, era tudo muito simples mas o que lhes era necessário jamais faltava: A presença de Jesus. Meu coração batia forte e eu chorava sentindo algo diferente  e pensava: também quero que minha família seja assim! 

Eles sempre me convidavam para ir à EBD com eles e, um dia, depois de pedir à minha mãe fui com eles…era escola animada.

Na ocasião o Pr. Joabe Fortunato, na época presbítero, estava trazendo a palavra, quando ele fez o convite lá estava eu com as mãos levantadas e chorando. Minhas coleguinhas também choraram e me abraçaram.Cheguei em casa, corri para o banheiro e chorei muito,pois pensei como seria difícil servir a Deus sozinha.Pedi a Jesus que salvasse minha mãe.

Enxuguei os olhos e disse a mamãe que era crente. Ela disse:ótimo! Também serei e juntas vamos servir a Deus novamente. Desta vez não me desviarei mais! Naquele domingo, ela aceitou e juntas seguimos a Deus.''
  

Conto este testemunho porque pra mim é evidente que o maior trabalho que uma mãe pode fazer para Cristo é estabelecer seu reino em seu lar. Sabemos que biblicamente o pai tem o sacerdócio; ele é o líder espiritual, mas uma mãe que entende seu papel fará cada pequena tarefa para o Senhor, em cada pequeno recanto do seu lar  (mesmo naquele dia em que nem tudo estiver em ordem), haverá reflexos da gloria divina. Cada filho que escolher receber a Cristo será um missionário do reino do Senhor! Isto eu aprendi com minha mãe e com cada mulher de Deus que me influenciou. 

 Você não tem que fazer tudo na igreja, não tem que resolver tudo e dar conta de tudo. Apenas leia sua Bíblia, escute os homens de Deus e as mulheres mais velhas que entendem a palavra e os seus apelos e você dirá como Neemias: estou fazendo uma grande obra! Não posso parar! Obviamente, devemos contribuir com nossa igreja local. Aprendi com uma mulher de Deus, de cabelos brancos uma lição. Ela, a quem Deus abriu a madre apenas uma vez e por milagre a fez gerar um filho, me disse assim: querida, quando tive meu filho, meu marido e eu discernimos que até ele se tornar um rapaz e ultrapassar a adolescência o critério era: O serviço que Deus tem pra mim é aquele em que meu filho e meu marido não parecem um empecilho. Este foi seu lema durante sua vida. Aquela palavra me atravessou a alma. E você? Onde Deus lhe plantou? O que Ele espera de você? Reflita e ore a respeito. E se o Santo Espirito tirar você de sua zona de conforto, chacoalhar sua alma e mudar suas prioridades, siga o seu vento! Acolha no coração a palavra viva. Não, não escute a mim e sim a Ele!


sábado, 29 de agosto de 2015

Tempo para brincar

Bom dia,

Quero fazer uma confissão... 
Hoje, como muitas vezes, deixei os pratos do almoço para depois para atender o apelo de uma garotinha. Sim, eu lavei a louça depois. Tudo ficou no lugar. No entanto, ao atender minha garotinha e pintar um pato com ela, eu me lembrei que, num passado recente, antes deles, eu não sabia trocar o urgente pelo importante. Eles me ensinaram. Ainda gosto de ter a casa arrumada. Não vou cancelar o preparo do almoço para brincar de boneca. Só que vez por outra, o urgente perde sua relevância para dar lugar ao importante. Logo, eu alterno tarefas cotidianas com momentos de carinho, atenção e atividade. Muitas vezes até durante a execução das tarefas lá estão eles comigo... Me ajudando do jeito que só uma criança pré-escolar sabe...
Então, uma amiga me mandou o vídeo postado abaixo que,  apesar de ser produzido para construir a imagem de um produto que não consumo, traduz a ideia que quero transmitir. Além disto, mostra porque os avós são tão populares . 

Bom sábado !

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

O valor do pai



Feliz dia papais!
O valor do pai

No seu livro “Bar doce lar”, o autor, J.R. Moehringer com maestria fala de sua infância e como a ausência de um pai afetou sua vida, empurrando-o para um bar. O jornal New York Times definiu o livro como sendo uma bela carta de amor a um pai ausente.
Já no prólogo, Moehringer afirma: “Sendo apenas uma criança, abandonado pelo meu pai, eu precisava de uma família, um lar e homens. Especialmente homens. Precisava de homens como mentores, heróis, modelos de comportamento, e como uma espécie de contrapeso masculino para minha mãe, minha avó, minha tia e as cinco primas com quem vivia”.
Nesse desabafo do autor, para a ausência de seu pai, Moehringer aponta quatro características que todo pai deve cultivar na vida dos filhos.
Ser mentor. Um mentor é aquele que nos guia, que nos ensina e que nos aconselha, que tem livre acesso à nossa vida. Pais que desejam marcar a vida de seus filhos devem ser mentores. Para ser mentor é preciso conquistar a confiança do filho e com amor, segurando suas mãos, guiá-lo pelos caminhos retos e seguros.
Ser herói. Heróis são aqueles guiados por ideais nobres e altruístas. São aqueles que expõem suas vidas em favor da liberdade, da fraternidade, da justiça, da moral e da paz. Filhos felizes são aqueles que têm seus pais heróis, que cultivam os ideais acima. As crianças não desejam, em primeiro lugar, os heróis dos desenhos animados, dos filmes e do futebol. Em primeiro eles querem que seus pais seus heróis.
Ser modelo de comportamento. Um exemplo. A vontade de Deus é que os pais sirvam de exemplos positivos para seus filhos. Toda criança deseja um pai que sirva-lhe de parâmetro positivo para o resto de sua vida. Que exemplo você está dando ao seu filho? Exemplo de honestidade, de justiça, de temor a Deus?
Por último, nossos filhos desejam viver numa sociedade que aja um contrapeso masculino num mundo de mulheres. Quando penso nessa necessidade, logo vem á minha mente o lar em que Jesus nasceu. Na sua vida havia a presença de Maria, mas Deus lhe providenciou um homem, um pai (adotivo), um homem chamado José. Toda criança precisa de um referencial positivo de homem, de masculidade, de hombridade.
Nesse sentido nossas igrejas podem dar uma grande contribuição. Como? Incentivando e capacitando homens para que se envolvam no ministério infantil, seja no berçário como nas classes de crianças. Muitas das crianças que freqüentam as igrejas carecem de uma presença positiva de homens em seus lares.
Seja para seu filho ou neto um mentor, um herói, um modelo de comportamento e um contrapeso masculino num mundo onde a presença feminina tem sobressaído. A questão, vale ressaltar, não é propriamente a presença forte das mulheres, mas omissão quase completa do homem.

*****
Por: Gilson Bifano

sábado, 8 de agosto de 2015

Feliz dia dos pais

Boa tarde a todos, 

Que a paz de Nosso Senhor reine em nossos lares e encha as nossas casas!

Hoje, não falarei com as mamães. Estou aqui para prestar uma homenagem aos papais que são leitores do blog. Quero desejar a todos os papais um feliz dia dos pais, especialmente ao pai dos meus filhos, meu amado esposo, ao meu querido pai e também ao meu sogro.  
Um pai presente e que ame e priorize sua família é tudo que uma mãe precisa e que as crianças também necessitam.  Vivemos numa sociedade que não valoriza o papel do pai presente, mas qualquer pessoa atenta, que compreende a profundidade do papel delegado por Deus a um pai de família que vive e dá a sua vida pelos seus, sabe o valor que um pai tem.
Uma mãe que tem um esposo que atende fielmente ao seu papel de sacerdote do lar, lider amoroso e justo e fiel companheiro que protege e ama sua esposa e filhos goza de uma segurança impar no exercício do seu chamado. Como é bom para uma mãe saber que há alguém ao seu lado protegendo-a muitas vezes até de si mesma nos momentos de insegurança e  instabilidade que toda mamãe pode vir a ter.
Em nome das mamães que acompanham este blog e que são parte da história dele, gostaria de parabenizar cada pai que ama e zela por sua família. Que nossa palavra e atitude de encorajamento como mães, filhas e esposas seja uma inspiração para que vocês possam querer continuar se parecendo a Deus,  o melhor modelo de pai que conhecemos.
Recebam nosso amor e carinho,
Feliz dia dos pais!!!! 

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Palavras sinceras a uma mãe de primeira viagem



``Assim poderão orientar as mulheres mais jovens a amarem seus maridos e seus filhos’’. Tito 2. 4

Querida mamãe de primeira viagem,

Gostaria de, antes de tudo,  dizer a você que estamos juntas em ser mães de primeira viagem. Sou mãe de um garoto de  4 anos, Benjamin, mas sou mãe de primeira viagem da pequena Beatriz de 11 meses*, pois cada filho é único e nos leva por um caminho novo. Isto significa pra mim duas coisas: primeiro, que somos alcançadas por novas alegrias e em segundo lugar que temos um novo ser para conhecer no dia-a-dia, independente de quantos outros filhos tenhamos. Ser mãe de cada filho é um novo aprendizado e um novo desafio. É também um novo jeito de amar.

Se você está agora com um bebê em seus braços é provável que esteja se revesando entre fraldas e mamadeiras lutando para dar conta de tudo e, ao mesmo tempo, sentindo que não dá conta de nada. Se as condições não são severamente adversas, este sentimento deve se misturar em seu coração com momentos impares de alegria  e apego. É possível que você sinta que tudo para quando uma pequena mãozinha toca seu rosto ou quando as expressões dos lábios e olhos parecem sorrir para você, quer seja depois de uma mamada, num banho ou troca de roupa. Talvez você ainda esteja naquela fase em que parece que o pequeno que deveria ser seu príncipe ou princesa só sabe chorar. Você já acordou ouvindo um choro que não ocorreu e pensou: será que estou maluca? Então, bem-vinda a bordo! Você foi admitida no grupo desafiante, mas prazeroso, das mulheres bem-aventuradas porque são mães. O que posso lhe dizer? Estou pensando nisto agora e uma pequena e singela, porem não simples, lista me vem a mente:

1-    Em primeiro lugar quero lhe dizer que ser mãe é um ministério!  É algo que, se você é cristã, deve fazer para Deus e não para você. Deus lhe entregou um pequeno ser . Ele escolheu exatamente você e a designou para que dele cuidasse. É muito importante saber disto porque haverá momentos em que você sentirá que é uma tarefa que demanda mais do que você pode ou tem pra dar. Nestes momentos, lembre que Deus tem o mesmo compromisso com você que teve com grandes homens e mulheres da Bíblia. Para Deus, o trabalho mais importante que você pode prestar ao seu reino é cuidar bem dos pequeninos que Ele  lhe entregou e do seu marido. Nada que faça para Ele terá o mesmo valor, pois esta é a missão designada por Ele, em sua palavra, para toda jovem mãe.  Então, quando você estiver em sua tarefa, pense que você está servindo a Deus e faça-o com alegria e prazer. É provável que como toda pessoa cumprindo seu chamado você tenha momentos desafiantes, mas Aquele que a chamou também a capacitará!

2-    Entendendo isto, gostaria que você soubesse que está em estágio de aprendizado como todo pai e mãe. Terá, portanto, dias difíceis e dias fáceis. Não se cobre, se avalie e melhore! Quem se cobra, se condena. Quem se avalia, enxerga seus erros e tenta com toda sua força dar o seu melhor para acertar. Aprenda com seu bebê a ser mãe. A relação de uma mãe com um filho é construída a partir das trocas. Talvez você não saiba fazer seu bebê dormir como sua mãe, dar de mamar pareca doloroso demais e você esteja sonolenta por não saber mais o que é dormir por algumas horas. No entanto, se tentar, com calma e desejo de aprender, você aprenderá a fazer as coisas do seu jeito e descobrir que sempre há pequenos jeitos de funcionar entre uma mãe e seu bebê que parecem pertencer apenas aos dois.  É uma relação singular construída a cada momento, mas isso requer tempo, humildade e calma.

3-    Aprenda que ninguém pode servir a outros vazio. Ser uma mãe como Deus quer exigirá de você graça do alto e força.  O chamado de uma jovem mulher cristã exige um espirito amoroso e pronto para servir. Então, você precisará estar sempre nos pés do Senhor.  Eu sei! Eu passo pelo mesmo que você: o tempo encurta! O que fazer, então? Faça disso uma prioridade! Priorize a leitura da Bíblia, uma atitude de louvor e a oração. Você pode fazer isto de diversas formas. Enquanto o bebê for novinho, você poderá ler a Bíblia com ele nos braços, mas quando ele aprender a rasgar sua Bíblia ficará mais difícil. Então, providencie novas formas de incluir a oração e a palavra nos seus dias. Providencie áudios de capítulos da Bíblia para ouvir enquanto faz o almoço e toma banho. Separe alguns minutos antes de dormir para orar e ler sua Bíblia . Memorize versículos. Grave áudios de mensagens próprios para mães e esposas, e para crentes, em geral, e quando seu filho crescer, fale da Bíblia para ele e Deus falará com você. Muitas vezes, quando faço o culto doméstico ou falo do Senhor para Benjamin, acontece de Deus falar comigo pela palavra que reparto com ele ou pelas perguntas que ele me faz. Acontecerá com você também. Abra o coração para a palavra e para a oração. Isto modificará sua vida.

Sabe aquelas noites em que seu bebê não dorme? Faça delas um convite para orar baixinho junto dele, enquanto o nina. Cante louvores para seus filho, enquanto o põe para dormir. Nestes momentos, você poderá sentir a presença de Deus lhe renovando para começar um novo dia e mesmo cansada sentirá seu espírito renovado e fortalecido.  Naqueles dias em que tiver vontade de reclamar, chorar e gritar, se ocorrer assim, fale com o Senhor. Ele lhe ajudará  a assumir outra perspetiva.
Em muitos momentos, a maternidade é um lugar de solidão. Especialmente, no mundo em que vivemos, pois as pessoas não têm tempo para  chegar junto de uma mamãe recente. Nestas horas, Cristo é companhia e é amigo! Chame seu marido e juntos orem ao Senhor! Se ele não estiver disponível, faca-o sozinha. Você verá a forca que a oração tem.

4   4-    Não esqueça que você tem um marido! Isto é bom para você e para ele. Não esqueça isso nos cuidados do bebê e no relacionamento com ele. Vamos falar primeiro dos cuidados com o bebê.  Muitos pais de primeira  viajem não sabem como agir com o filho recém-nascido. Isto vai requerer de você paciência e bom-senso. Deixe que seu marido desenvolva a forma dele de cuidar do bebê. Não queira que ele assuma sua forma de fazer as coisas, a não ser que ele peça ajuda ou que você veja que ele se sente perdido. Faça-o com amor!
Depois, não esqueça do relacionamento de vocês. Nos primeiros dias, você terá que lidar apenas com o bebê e é provável que seu marido também se envolva com o pequeno. Porém, é muito importante que você faça de seu marido prioridade e nutra o amor de vocês. Não há nada mais acolhedor e promotor de segurança para uma criança pequena que ver uma relação de amor, respeito e cuidado entre seus pais.

5   5- Saiba quando pedir ajuda! Isto é primordial. Muitas mães lidam sozinhas com fardos pesados e não percebem que há alguém que pode ajudar. Muitas vezes nós mamães de crianças pequenas cometemos dois erros. O primeiro, querer ajuda e não solicitar, por achar  que está posto e é claro que precisamos. No entanto, não é! As pessoas seguem com sua vida e se você não apresentar sua necessidade, não terá ajuda. Caso não possa contar com ninguém, a graça te cobrirá e você vencerá a batalha. O segundo erro que cometemos é querer que  as pessoas ajudem do nosso jeito e não como podem.  Deixe-me dar um exemplo. Talvez sua mãe não possa passar o tempo com você que você gostaria,  ajudando nas tarefas com seu bebê. Em vez de se lamentar ou ferir os sentimentos dela, veja se ela não pode ajudar você de outra forma. Talvez ela possa cozinhar em dobro nas primeiras semanas e mandar o almoço para aliviar as tarefas em seu lar, por exemplo. Então, cabe a você ver que ajuda e de quem está disponível.


Há muitas coisas que eu poderia dizer, mas gostaria de incentivar você a não perder as bençãos da maternidade pelos trabalhos que ela envolve.  Isto seria como se um alpinistas escalasse uma terrível montanha e ao chegar ao cume  lamentasse tanto o cansaço do caminho que esquecesse de apreciar a linda paisagem. Portanto, aproveite os bons momentos! Saiba a hora de parar e apreciar seu rebento e rir com o marido dos pequenos momentos que sua nova família lhe proporcionar.  Você descobrirá que, além do trabalho, um bebê pode trazer maturidade, crescimento, amor e muitas risadas! Que Deus abençoe os seus dias de jovem mãe e que você encontre nele a graça e a força de devolver seus filhos para os planos dEle com êxito! Estamos juntas nesta tarefa. Que o Senhor nos cubra de amor e misericórdia!



Um abraço!
Ana Cláudia


*Este foi um texto escrito para o jornal AdNews. Naquela época nossa filha Beatriz tinha 11 meses.
Imagem1: truthinlabelingcoalition.org
Imagem2: Eu brincando com nossa Beatriz, Acervo de Pedro Henrique Fotografia e Filmagens

sábado, 25 de julho de 2015

A Infância e o Lar

Bom dia! Paz para todos!

Estes dias tenho pensado bastante sobre como na atualidade as casas tornaram-se um lugar de passagem e não um lar, um lugar para habitar. Este é um mês em que as crianças estão, em sua maioria, em período de férias escolares ou no fim delas.  Crianças em casa, pais desesperados!  É uma constante!

O que vejo repetidamente, entre os pais que descobriram que pintar relaxa (e eu concordo! Pinto sempre com os pequenos) e os filhos que insistem na ideia de que antes de ler e escrever direito precisam de um smartphone, é que o lar deixou de ser aquele cantinho que traz alegria, o espaço comum onde damos boas risadas, comemos boas comidinhas com o tempero caseiro, para se tornar um dormitório e sala de TV. Pais não possuem paciência de ouvir e  ver crianças correndo e brincando e os filhos perderam o gosto pelo estar em casa. Fico espantada em ver como crianças ainda muito pequenas se queixam que em casa não há o que fazer ou perguntam irritadas: com que vou brincar agora? Então, se não podemos levá-los na viagem ao parque temático ou pagar a colônia de férias precisamos ceder e deixar que o videogame vença ou que sentar na frente da televisão o dia todo, visitando a geladeira a cada segundo seja a atividade aceita. Afinal, coitadinhos dos nossos filhos! Ele estão em casa entediados e não têm o que fazer. Ao mesmo tempo, não é incomum pais dizerem que se por um segundo a mais tiverem que estar de férias e com os filhos sob o seu comando vão enlouquecer! 

Ao pensar sobre isto, numa conversa com uma boa amiga, revisitei minha infância, enquanto ela me falava da sua numa pequena cidade do sertão paraibano. No caso da minha família, não tínhamos muito. Nossos pais eram missionários dando início a uma pequena congregação e isso não incluía nenhum glamour! Tínhamos o que comer e o que vestir, graças a Deus! Nossa casa era uma casinha pequena encima do templo: Dois quartos, um para nossos pais e outro era nosso, nele só cabiam o guarda-roupa e os beliches. Eu e meus dois irmãos dormíamos ali, e esporadicamente dividíamos o quarto com duas moças da igreja que nos visitavam, ora para fazer trabalhos da igreja com nossa mãe, ora para tomarem conta de nós por algumas poucas horas, Uli e Andrea. Os brinquedos eram aqueles que ganhávamos dos nossos avós e tios uma vez ao ano, quando nossos avós ou algum pastor vinha nos ver e a cada dois anos quando visitávamos nosso país. Nossos aniversários também eram época de repor brinquedos. Não tínhamos televisão , não sabíamos o que eram computadores ou vídeo-games e tablets nem existiam. Meu pai não permitia que vivêssemos na casa alheia. Ele sempre nos dizia que os filhos deveriam estar perto dos pais. Eramos, no entanto, imensamente felizes e nunca vi minha mãe dizer: tomara que as aulas voltem! Espero que cresçam logo! Estou enlouquecendo, nem nada do gênero. O que mudou? O que acontece hoje? Por que o lar, a casa, deixou de ser esse lugar onde queremos estar? Desde quando nossos filhos passaram a nos cansar tanto? Isto é bobagem ou de fato importa?

Eu creio que essa questão importa! Estamos criando uma geração inquieta e inconformada! Uma geração de descontentes infelizes está saindo mundo afora de nossos lares. Não, não sou contra passeios, diversões e tudo que com sabedoria e equilíbrio pudermos proporcionar a nossos filhos, mas fico pensando se as crianças de hoje não estão sendo criadas de um jeito em que não apreciam nada e querem apenas coisas efêmeras. Eu gosto de passear com meus  filhos sempre que podemos! No entanto, creio que é importante transformar o lar num lugar onde podemos estar e é nosso dever, vez por outra, ensinar nossos filhos a amarem o lugar onde juntos habitamos e apreciarem pequenos presentes do dia-a-dia que só a convivência em família trás. Há muitos momentos em que precisamos insistir baseadas na convicção adquirida a partir do que temos na memória: os momentos impagáveis vividos no lar. A convivência no lar me parece importante. Tenho a impressão que ela traduz o amor em gestos, cria laço afetivo entre irmãos, ensina a lidar com conflitos e dividir, e, por fim, instiga a criatividade mais que brincadeiras e atrativos prontos e acabados dos lugares caros da moda. Precisamos voltar para casa com urgência, em muitos sentidos! Precisamos ter o coração em casa! Precisamos de casas a prova de criança.  Precisamos ser mamães criativas e aprender a estar com nossos filhos em casa. Eu sei que eles crescem e se tornam mais exigentes e humildemente assumo que nunca vivi algum episódio  tentando traduzir essa importância a crianças maiores. Sou mãe de dois filhos pequenos que amam que me deite com eles na cama do mais velho, espremidos os três, para ler um livro para cada um. Por alguma razão, eles amam pegar no sono juntos  e comigo (ainda não sei como cabemos). Na idade deles, uma chuveirada rápida e divertida é tudo! Brincar de piratas na sala é festa! Espero ter sabedoria quando crescerem se se tornarem mais exigentes...



Lembro de um dia que meus irmãos e eu queríamos ir à praia. Queríamos muito! Era compreensível depois de um inverno cinza e frio em que não se podia brincar muito no quintal. Mar del Plata naquele ano teve temperaturas baixas. Não pudemos ir naquele dia, apesar do lindo sol de primavera. Mas minha mãe pediu que fechássemos os olhos, colocássemos nossos trajes de banho e nos deu um belo banho de mangueira e nós aos pulos gastamos toda a energia que tínhamos. Aproveitar os bons momentos, as coisas singelas da vida, ter experiências pra levar no coração pelo resto da nossa história são coisas impagáveis. Eu ainda guardo na memória as lembranças daquela minuscula casinha encima do templo: O meu primeiro bolo da vida (Bolo invertido de maçã), minhas bonecas espalhadas no quarto e meus irmãos tentando destruí-las, nossa tartaruga Manuelita, o cheiro do ravioli com frango feito por minha mãe, o hambúrguer com macarrão com manteiga e parmesão das terças (minha mãe passava o dia na reunião de senhoras e subia correndo pra nos alimentar), as bagunças no nosso quarto minúsculo, o cheiro da roupa recém lavada apanhada com minha mãe no frio congelante  e mesmo o dia que gravamos um áudio da história do povo de Deus saindo do Egito numa fita kasset, os inúmeros cultos domésticos e leituras bíblicas, as leituras dos livros que fiz quietinha sentada na cama, enfim…Tantas memórias que tenho que enxugar as lágrimas neste momento.

O ano passado fui levar meus filhos naquele lugar, hoje mais bonito e modificado, a casinha foi demolida e deu lugar a uma casa espaçosa para a atual família pastoral. De que senti saudades? Da casinha de poucos cômodos que não existe mais! Por que senti tanta saudade de um lugar pequeno e tão simples? Pra mim não era uma casa, ali era nosso lar. Tive, mais uma vez, saudade de ser criança. Por isso, creio que quando for necessário, eu insistirei com meus filhos para que parem um pouco em casa. Por hora eles gostam e constroem suas memórias na nossa casa, nosso lar. Não importa onde moremos, onde uma família que se ama estiver, ali é um lar.

Imagem: Adna S. Barbosa

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Atividades importantes para crianças em fase de pré-alfabetização

Oi Mamães queridas!
Como têm sido os últimos dias? Os meus bem agitados, mas de muito aprendizado. Vão render posts algum dia. Estive bem ocupada por uns dias e não pude vir aqui, embora nunca falte o que compartilhar.

O post de hoje vai para mamães que têm crianças entre 2 a 5 anos. Gostaria de sugerir algumas atividades simples que podem ser feitas com as crianças e prepara-las para aprenderem a lingua escrita. Há atividades que são simples, mas podem auxiliar no processo de apropriação da escrita e da leitura, bem como no desenvolvimento do vocabulário dos nossos pequeninos.


1. Leia, leia e leia para eles! A leitura para as crianças é essencial por inúmeras razões: amplia o vocabulário, torna familiar à criança  diferentes tipos de textos e produções. Não se prenda a um tipo de livro. Dê prioridade ao texto bíblico, especialmente as narrativas. Leia também contos, os clássicos faz-de-conta, poemas, livros temáticos, enfim  leituras edificantes, no geral.  Comece a ler para seus filhos tão cedo quanto puder. Se você tem uma criança em idade pré-escolar e outro mais novo, deixe que o pequenino participe dos momentos de leitura com o irmão, mesmo que não preste muita atenção.

2. Conte histórias, narre fatos e escute com atenção a narrativa das crianças- Contar história desenvolve habilidades diferentes daquelas resultantes da exposição à leitura. Faça fantoches, desenvolva personagens, conte os contos que sua mãe, seu pai, sua avó ou sua tia lhe contavam. Ouvir e contar narrativas populares, desenvolve o vocabulário das crianças e as apresenta a uma outra forma de narrar, além de ajudar a desenvolver estruturas metacognitivas que futuramente serão usadas e ampliar a capacidade de comunicar. Se o seu filho tem um irmãozinho mais novo, deixe que conte contos para o irmão. Estimule-o a folhear livros contando contos e histórias.

3.Leia e deixe que seus filhos a vejam lendo, que folheiem seus livros e lhe façam perguntas sobre eles- É o mesmo principio da alimentação. Não adianta de nada querer fascinar um pequenino por livros se você não gosta de ler. Há casos de crianças cujos pais não gostavam de leitura e os filhos se tornaram leitores apaixonados, mas se você quer influenciar seus filhos a lerem, as coisas serão mais fáceis se eles a verem lendo.  

4. Organize atividades com figuras, para que as crianças criem histórias ou mesmo identifiquem sequências (sequência lógica)- Esta atividade é muito importante para que as crianças aprendam a desenvolver narrativas e a usar conectivos em sua linguagem. Estimule-os, ajude-os e se possível registre a narrativa de forma escrita, enquanto eles o fazem oralmente (como se ditassem um conto para você). Na fase de contato inicial com a escrita é importante que a criança comece a ser apresentada ao registro escrito como diferente do desenho. Não force a barra, simplesmente faça-o de forma tranquila. Não se apresse!!! Siga o ritmo do pequeno!

5.   Estimule atividades artísticas. Elas ajudam na coordenação motora fina que ajudará a criança na escrita- Pintar, desenhar, rasgar papel, colar, brincar com areia, brincar com jogos de alinhavo, por incrível que pareça, são atividades importantes para desenvolver a psicomotricidade fina das crianças. Elas ajudarão a criança a desenvolver a forma correta de pegar o lápis e  o traçado firme. Outras atividades de coordenação motora podem ser feitas de forma lúdica.

6.  Estimule a diferenciação entre figuras e a escrita de palavras e números- Este é um aprendizado importante para que a criança esteja preparada para ser alfabetizada. Escreva o nome de seu filho, escreva o nome dos objetos que ele desenha ao lado de seus desenhos e com o tempo você verá os primeiros garatujos sobre os quais ele dirá que está escrevendo palavras. Este já é um sinal de que a criança está começando a identificar as diferentes formas de registro da realidade. Não isto não é suficiente! Atividades que desenvolvam a consciencia dos diferentes fonemas são importantes.

7. Ajude-o a memorizar o alfabeto e identificar as letras e seus sons, aos poucos e sem pressa.

8.Use o mundo ao redor para ensinar- Placas na rua, placas de ônibus, embalagens, tudo pode servir para preparar seu filho para a leitura e escrita alfabética.


Siga o ritmo do pequeno, não o force a seguir o seu e quando estiver ensinando algo e começar a se irritar veja se já não é hora de parar para tentar novamente numa outra ocasião! Ser mãe está acima de  preparar para a escolarização! Sempre!

Que a graça divina nos cubra e a acão do Doce Espirito Santo nos torne melhores!

Com carinho,

Ana Cláudia



terça-feira, 7 de julho de 2015

A alimentação e o sistema imunológico


Olá mamães!

Se tiverem um tempinho, assistam o vídeo abaixo: 





Em tempos de gripes, viroses e resfriados, pelo menos por aqui na nossa terrinha (Recife), é bom fazer da alimentação um aliado para promover a saúde e pronta recuperação da família.  Gostei deste video!
Boa semana a todas!

sábado, 20 de junho de 2015

Importante assistir!

Queridos,
Muitas coisas estão acontecendo nos últimos dias. Estejamos atentos.
Sugiro aos pais assistirem o vídeo.
Pelo zelo que nos envolve,
Ana