`` O coração do homem pode fazer planos, mas a resposta certa dos lábios vem do Senhor´´.
Proverbios 16.1
Queridos desejo a todos um ano abençoado e cheio de paz! Um ano com mais risadas com os pequenos, tempo para sujar os pés descalços na areia com eles, pra perseguir borboletas e procurar minhocas, pra contar histórias antes de dormir, pra brincar de bonecas e carrinhos!
Desejo um ano em que todos nós possamos tratar as coisas como coisas e pessoas como pessoas, fazendo valer nossa escala de prioridades! E que os dissabores impostos fora do nosso lar nunca tirem a alegria de estarmos juntos!
Obrigada a todos vocês que me apoiaram nessa tentativa de dialogo via blog! Aos de fora do meu lar e aos de dentro, aos de longe e aos de perto toda nossa gratidão!
No amor fraternal que nos une,
A mamãe que continua tendo prazer em estar em casa!
Ana Cláudia Alves
Páginas
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
Overdose de Noel
Olá queridos!
Bom, então, antes de tudo, um feliz natal atrasado e um ano novo abençoado pra todos aqueles que têm acompanhado este blog.
Farei antes de tudo uma ressalva. Quando escrevo posts que envolvem meus filhos e marido sou cuidadosa para não expor em excesso. Não gosto, por exemplo, de expor dificuldades de meu filho que o envergonharão se se tornarem publicas, mas às vezes existem momentos de potencial desenvolvimento que me ensinam, esses acho que vale a pena dividir desde que não exponham de um jeito que não acho benéfico. Este episódio é um dos que acho que vale a pena dividir.
À noite estava muito atrasada com os dois pequenos pra ir pra igreja. Cansada demais pois Beatriz pegou gripe com o irmão e eu passei a noite entre o soro e o nebulizador e o marido com as mamadeiras. Expliquei pra meu marido minha necessidade de não faltar o culto pelo nosso pequenino, queria introduzi-lo a nossa tradição. Ele prontamente me ajudou a acelerar o processo e se atrasou 15 minutos, mas conseguimos chegar à igreja! A cada hino que cantavam eu abria sua Bíblia e mostrava a ilustração da história sobre a qual era a música. Então, de repente, dos lábios do meu pequeno veio a resposta: Mamãe, eu vou crescer e vou amar Jesus bem muito! Ele se aninhou em meu colo e dormiu o resto do culto. Ele no colo e Beatriz nos braços. No entanto, foi o natal mais feliz de minha vida! Não sei o que ele pensa de Noel, pois ainda não voltei ao tema,não sei o que pensará de muitas outras coisas…o que sei é que comecei a guerra contra os profetas de baal! Creio que tive uma primeira vitória. Minha vida de mãe será sempre assim e se você mãe se importa com as mesmas coisas que eu, temo que não será um caminho fácil! Filhos nos ensinam que nossas respostas prontas não resolvem nada! Que Deus com sua graça infinita nos ajude! Minha oração é pra que meu filho conheça mais que um conjunto de regras, que seja tocado pela graça, que tenha experiências com Deus. Espero que como minha mãe foi canal para isto na minha vida, eu seja na vida do meu Benjamin e da minha pequena Beatriz! Digo meus, mas também já aprendi que eles não são meus. Eu recebi, apenas o privilegio de cuidar deles!
Eu gostaria muito de ter escrito no dia 24 desejando a todos um feliz natal, mas não houve tempo devido ao trabalho com meus pequenos, pois a programação especial foi pra eles. No entanto, conversando com minha amiga Linda, uma mãe bastante especial e dedicada aos filhos, percebi que tínhamos algo em comum sobre que gostaria de escrever, mesmo que o natal já tivesse passado.
Bom, então, antes de tudo, um feliz natal atrasado e um ano novo abençoado pra todos aqueles que têm acompanhado este blog.
Farei antes de tudo uma ressalva. Quando escrevo posts que envolvem meus filhos e marido sou cuidadosa para não expor em excesso. Não gosto, por exemplo, de expor dificuldades de meu filho que o envergonharão se se tornarem publicas, mas às vezes existem momentos de potencial desenvolvimento que me ensinam, esses acho que vale a pena dividir desde que não exponham de um jeito que não acho benéfico. Este episódio é um dos que acho que vale a pena dividir.
Quem acompanha o blog sabe o quanto levo a serio apresentar a fé em Cristo aos pequenos. Creio que antes que conheçam outras portas e caminhos quero que passem pela porta da graça, para que ao escolherem no futuro, ao longo de suas vidas, tenham a chance de ter sido apresentadas a fé que recebi de meus pais. Bom, depois de meu trabalho com Benjamin eis que sou surpreendida com um gesto do meu pequeno.
Tudo começou um dia quando ele chegou em casa dizendo que um de seus amiguinhos disse que enviaria cartas a papai Noel e que Callou (personagem de um desenho infantil que eu às vezes gravo episódios para ele) tinha pedido um dinossauro a Papai Noel. Eu francamente não vejo sentido em estimular um personagem que só tem a ver com presentes e compras e que além de tudo quando os pais querem comprar um presente de fim de ano para os filhos tira o sentido desse gesto de carinho e transfere para um personagem ilusório. Outro aspecto, é que pra mim o natal só faz sentido quando pensamos no nascimento de Cristo apontando para o calvário. Não gosto da enfase apenas no bebê pobrezinho da manjedoura. Embora esta parte da história tenha sua relevância e deva ser destacada eu gosto de ensinar meu filho a pensar nela como o começo de uma história que termina numa tomada de decisão dele que tem concretude no gesto de Cristo na cruz. Falei pra ele que papai Noel era uma pessoa brincando de fantasia. Passou o episódio.
Eis que dia 23, Meu marido e eu decidimos que queríamos comprar um presente de fim de ano para Benjamin. Quando ele chegou da escola o presente estava guardado e ele veio me abraçar e perguntar porque eu não o havia ajudado a escrever uma carta pra papai Noel pedindo um presente. Eu fiquei espantada, pensei que o problema tinha sido resolvido. Expliquei novamente que papai Noel era só um homem brincando de fantasia, já que ele me disse que viu um no shopping center. Ele começou a chorar copiosamente dizendo que eu ia deixar Noel triste e ele ia ficar sem presente. Peguei um livro ilustrado e contei pra ele mais uma vez a história de Cristo e ressaltei que o papai e a mamãe iriam ficar felizes em dar um presente a ele, mas nada feito!! Eu o abracei e vi que era uma quebra de braço difícil contra um mundo colorido e ilusório movido pelo consumismo louco. Orei em voz alta e disse a Deus: Senhor eu plantei a semente neste coraçãozinho, agora faça sua obra! Então lembrei de Elias no monte provando se Baal era ou não verdadeiro. Peguei um papel e disse: Diga pra mamãe o que você quer que eu escreva pra o Sr. Noel. Escrevi: papai Noel, Eu sou Benjamin, quero muito um avião (graças a Deus o pai tinha comprado um carro!!!). Por favor, deixe o meu presente perto da janela. Pronto! Disse a ele: filho, se papai Noel existe, então, ele vai deixar seu presente. Fomos dormir.
No outro dia dei nosso presente a ele e deixei bem claro que Noel não tinha parte nisso. Ele me fez todas as perguntas correspondentes pra garantir que o pai tinha ido comprar o brinde e não Noel. Fomo à janela e nada havia lá. Procuramos pela casa. Nada. Ele começou a chorar. Uma vez mais com calma contei a historia do natal e pedi pra cantar um hino pra ele. Cantei: Vem ao meu coração oh Cristo! Expliquei que aquele hino era convidando Jesus pra estar com a gente. Aquela cena me perseguiu durante todo o dia. Para muitos é uma bobagem que eu poderia ter resolvido deixando que ele descobrisse a verdade mais velho. Pra mim a questão era combater um baal que este mundo impõe a nossas crianças. Fiquei pensando que toda a vida será assim! Eu contra os profetas de Baal do sistema com suas luzes coloridas e muito mais atrativas do que pensar num homem sozinho numa cruz que tem amor pra dar e renuncias a demandar. Imagino na adolescência! Como terei que ser efetiva e deixar o Espirito de Deus me guiar. Me senti incompetente!!! E sou. Só a graça divina atraves de nossa diligencia pode salvar o coração de nossos filhos. Mas sou portadora da mensagem da graça porque Deus assim o quer. É só isso que posso fazer.
Que a graça seja eficaz em nossas vidas!!!
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
Palavras de conforto para mães por C. H. Spurgeon
Bom dia a Todos!
Não sei se lembram do meu post sobre o livro Pescadores de crianças do C.H. Spurgeon. Basicamente é um conjunto de citações do livro. Foi um dos meus primeiros textos aqui no Blog. Esta semana estava lembrando de uma amiga que me disse aos prantos que se sentia inútil por sua vida girar, boa parte do tempo, em cuidar de seus pequenos. Tivemos uma breve conversa que terminou no papel importante que tem a educação de nossos filhos. Isso me lembrou de um dos capitulos desse livro que considero um tesouro para quem ama crianças.
Sei que quando temos filhos pequenos nossa vida e serviço, até mesmo na igreja, passa a ter um fator preponderante na agenda: Eles!!! Quantas de nós deixamos de lado atividades que faziamos em nossa comunidade cristã para estarmos com eles, até mesmo no templo, na hora do culto. Só quem é mãe sabe as renuncias que muitas vezes fazemos. O tempo faz com que elas se tornem um prazer, mas quando ainda somos seres centrados em nós mesmos e trazemos arraigada a forma de pensar da sociedade contemporânea, até chegarmos a entender a alegria que isso envolve (Pv 23.24), há tempo.
A cada dia eu descubro no meu lar o que tenho certeza que muitas leitoras descobrem em seu dia-a-dia: o amor de Deus operando em nós tem o poder de tornar nossos sacrificios em alegrias. Isso não nos leva a perfeição, mas a uma vida com propósitos definidos. Sim, é possível e provável que quando colocamos o coração na maternidade encontremos alegria! Vejam o que escreveu Spurgeon há um bom tempo atrás:
``Ó mães queridas, Deus lhes confiou uma obrigação sagrada muito grande! Com efeito, Ele disse a cada uma de vocês: leve esse menino e cuide dele para mim, e eu lhe pagarei por isso (Ex 1.8).
Você é chamada a equipar o futuro homem de Deus, para que ele possa ser equipado para toda boa obra (…) Aqueles que acham que uma mulher presa em casa por sua pequena família não faz nada pensam o contrário da verdade. Dificilmente uma mãe piedosa pode deixar o lar…; mas não pense que ela perde para o trabalho da igreja; longe disso, ela faz o melhor trabalho possível para o seu Senhor. Mães, o treinamento piedoso dos seus filhos é sua primeira e mais premente obrigação. Mulheres cristãs, ao ensinar a Bíblia às crianças, estão cumprindo seu papel para o Senhor, tanto como Moisés ao julgar Israel, ou Salomão ao construir o templo.´´ (p. 109)
Outra do principe dos pregadores :
`` Os ensinos de nossa infância deixam impressões definidas e distintas na mente, que permanecem depois que setenta aqnos já passaram. Cuidemos que tais impressões sejam feitas para os mais altos propósitos.´´ (p.108).
Somos valiosas para o Senhor! Talvez de nós dependa muito mais que pensamos o surgimento de uma geração piedosa! Isso me amedronta, pois é grande a tarefa, mas eu confio na graça divina. Como diz o hino: De mim mesmo nada tenho em que possa confiar, mas a misericordia na cruz me dá esperança de cumprir minha missão.
Bom dia a todos! Eu preciso ir cuidar de minha pequena tropa que ainda dorme...
Outra do principe dos pregadores :
`` Os ensinos de nossa infância deixam impressões definidas e distintas na mente, que permanecem depois que setenta aqnos já passaram. Cuidemos que tais impressões sejam feitas para os mais altos propósitos.´´ (p.108).
Somos valiosas para o Senhor! Talvez de nós dependa muito mais que pensamos o surgimento de uma geração piedosa! Isso me amedronta, pois é grande a tarefa, mas eu confio na graça divina. Como diz o hino: De mim mesmo nada tenho em que possa confiar, mas a misericordia na cruz me dá esperança de cumprir minha missão.
Bom dia a todos! Eu preciso ir cuidar de minha pequena tropa que ainda dorme...
sexta-feira, 29 de novembro de 2013
Como lidar com crianças temperamentais segundo James Dobson
Olá queridos,
Que todos estejam em paz, apesar das batalhas diárias que todos nós preocupados em dar o melhor para nossas famílias enfrentamos.
Volto rapidinho pra compartilhar um trecho de uma leitura feita entre fraldas, pista de corrida e carrinhos (lembram?são dois agora!), além de tosses e resfriados coletivos. Tenham paciência comigo! Aqui em casa estamos conhecendo Beatriz e nos dando a conhecer. Portanto, está se desenrolando um processo de conhecimento mutuo e adaptação de nós a ela e dela a nós. Isso inclui a necessidade de achar um novo cronograma diário onde se encaixem as coisas antes feitas por nós. Bom, vamos ao tema proposto: As dicas do Dr. Dobson.
James Dobson tem uma obra em que trata sobre os desafios de lidar com crianças temperamentais ou geniosas. Em Português, esta obra recebe o título Educando Crianças Geniosas. Nela, ele aborda diversos assuntos, mas há uma lista interessante de dicas para pais de crianças sobre como lidar com os filhos. Este livro e Ouse disciplinar são colunas vitais nas obras do autor sobre a forma como lidar com a rebeldia infantil.
Aqui vão as dicas, com alguns comentários meus, meras opiniões, passiveis de serem descartados por vocês. Lembrem que falo dos meus aprendizados e não de um lugar de especialista!
Eu penso que esta hoje é uma questão séria. Hoje vejo uma terrível confusão entre relações de poder e relações de autoridade. Isto é embalado pelo combo opressor/oprimido tão corriqueiro nos argumentos atuais. Relações de autoridade não são relações de dominação, pelo ato de simplesmente dominar. Relações de autoridade são relações de cuidado. Parte-se do pressuposto de que alguém tem condições de exercer um papel protetivo para com o outro e por isso deve ser atendido e honrado. Estar sobre autoridade protege nossos filhos dos perigos da vida e de si mesmo e dos impulsos que podem ser destrutivos. A autoridade não é opressora, ela é protetiva!Ela não se confunde com rispidez, indelicadeza e ira, ela é fruto da firmeza no objetivo de ajudar alguém a se desenvolver integralmente. Estar num papel de autoridade frente ao outro, mesmo a menor criança, e exercer este papel da forma certa é uma tarefa árdua e difícil, mas necessária.
Nota da blogueira: Tenho aprendido que crianças geniosas precisam de limite e firmeza, mas precisam ser ensinadas a lidarem com os proprios sentimentos. Muitas vezes eles tem dificuldade de controlar as próprias emoções, especialmente a raiva e a frustração. um pequeno berrando pode aprender que seu sentimento é legitimo, mas não lhe dá o direito de bater nos outros, dar chilique, etc.
Proponha a seu filho acalmar-se, deixando claro que tipo de reações não serão admitidas. Uma certa mãe, por exemplo, tenta diminuir a frustração de seu filho perguntando se ele quer um tempo pra se acalmar. Quando ele era menor tinham até o cantinho de se acalmar. Era uma chance de se recompor em vez de se portar mal. Hoje, se ele quer muito algo e começa a choradeira ou se vê birra no horizonte, explica a razão e pergunta se quer ajuda pra se acalmar. Firmeza e paciência combinada meninos e meninas! Assim como o Pai celestial exerce estas caracteristicas conosco.
Bom, Beatriz me convoca a encerrar nossa conversa de hoje! Paz a todos! Até uma próxima oportunidade! Pequena com fome aos berros...
Que todos estejam em paz, apesar das batalhas diárias que todos nós preocupados em dar o melhor para nossas famílias enfrentamos.
Volto rapidinho pra compartilhar um trecho de uma leitura feita entre fraldas, pista de corrida e carrinhos (lembram?são dois agora!), além de tosses e resfriados coletivos. Tenham paciência comigo! Aqui em casa estamos conhecendo Beatriz e nos dando a conhecer. Portanto, está se desenrolando um processo de conhecimento mutuo e adaptação de nós a ela e dela a nós. Isso inclui a necessidade de achar um novo cronograma diário onde se encaixem as coisas antes feitas por nós. Bom, vamos ao tema proposto: As dicas do Dr. Dobson.
James Dobson tem uma obra em que trata sobre os desafios de lidar com crianças temperamentais ou geniosas. Em Português, esta obra recebe o título Educando Crianças Geniosas. Nela, ele aborda diversos assuntos, mas há uma lista interessante de dicas para pais de crianças sobre como lidar com os filhos. Este livro e Ouse disciplinar são colunas vitais nas obras do autor sobre a forma como lidar com a rebeldia infantil.
Aqui vão as dicas, com alguns comentários meus, meras opiniões, passiveis de serem descartados por vocês. Lembrem que falo dos meus aprendizados e não de um lugar de especialista!
1. Comece a ensinar o respeito pela autoridade enquanto são pequenos
2. Defina os limites antes de impô-los
Antes de qualquer forma de disciplina, afirma Dobson ao longo de sua vasta bibliografia, é necessário estabelecer regras, expectativas e limites. Deve haver consistência e clareza. Ninguém pode ser imputado de um erro que não sabia ser erro!
3. Distingua rebeldia obstinada de trela inconsequente infantil:
Muitos atos podem ser frustrantes para nós pais, mas neles não há dolo. Derrubar coisas, sujar algo por pura falta de habilidade pode ser frustrante pra quem limpa a sujeira, mas não pode ser comparado a um ato de rebeldia gratuita e obstinada, ou ao gesto de insistir em fazer algo sobre o qual já se admoestou.
4. Confronte, se necessário corrija, mas esteja disposto a tranquilizar e ensinar.
Vamos tomar o exemplo de Deus. Ele nos confronta, nos faz encarar as consequencias de nossas escolhas, mas abre os braços de amor e nos ensina depois de nos quebrantar. Uma das coisas que acho mais desafiadora na maternidade é a necessidade de sempre lembrar que a correção é sobre nossos filhos e não sobre nós. Essa consciência nos faz visarmos o caráter dos pequeninos, em vez de agirmos de acordo com a frustração que sentimos. Lembro também do conselho de Suzana Wesley de não punir a falta confessada e de ignorar certos atos infantis.
5- Evite exigências impossíveis e incompatíveis com o desenvolvimento de seu filho.
6. Deixe que o amor seja seu guia! Não se guie por seus sentimentos!
Muitas vezes o que mais nos irrita num filho genioso é o que faz eco com a parte imperfeita de nós mesmos!Nota da blogueira: Tenho aprendido que crianças geniosas precisam de limite e firmeza, mas precisam ser ensinadas a lidarem com os proprios sentimentos. Muitas vezes eles tem dificuldade de controlar as próprias emoções, especialmente a raiva e a frustração. um pequeno berrando pode aprender que seu sentimento é legitimo, mas não lhe dá o direito de bater nos outros, dar chilique, etc.
Proponha a seu filho acalmar-se, deixando claro que tipo de reações não serão admitidas. Uma certa mãe, por exemplo, tenta diminuir a frustração de seu filho perguntando se ele quer um tempo pra se acalmar. Quando ele era menor tinham até o cantinho de se acalmar. Era uma chance de se recompor em vez de se portar mal. Hoje, se ele quer muito algo e começa a choradeira ou se vê birra no horizonte, explica a razão e pergunta se quer ajuda pra se acalmar. Firmeza e paciência combinada meninos e meninas! Assim como o Pai celestial exerce estas caracteristicas conosco.
Bom, Beatriz me convoca a encerrar nossa conversa de hoje! Paz a todos! Até uma próxima oportunidade! Pequena com fome aos berros...
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
Enquanto Beatriz dorme…um breve momento de retorno!
Oi queridos!
Que a paz que excede todo entendimento invada nossos lares e nos faça desfrutar as pequenas coisas da vida em meio ao caos que é o mundo!
É com alegria que retomo o blog, não com muito tempo, vagarosamente, mas com alegria. Estou envolvida em aprender a ser mãe de dois, sem deixar de lado o que é importante e posso garantir que essa tem sido uma jornada instigante e cheia de aprendizados.
Acho que como muitas das minhas amigas mães de múltiplos gurizinhos me diziam, ser mãe de mais de um nos leva ao caminho da simplicidade. A gente aprende a simplificar o que dá pra simplificar, dividir o que dá pra dividir e aos poucos vai aprendendo a lidar com as diferenças que se inscrevem na forma de ser de nossos filhos. Perdoem-me a redundância, mas cada um é mesmo cada um! Em toda singularidade que esta sentença emprega.
Como é belo o dom da vida! Como um recém-nascido revela Deus! A gente vai se descobrindo como mãe de seres tão diferentes não só na idade, mas em tudo!
Antes de falar de algo especifico queria agradecer a todos pelo carinho! na comunidade do blog no facebook, aqui mesmo no blog, no e-mail, nas lembrancinhas e visitas e até no gesto daqueles que num toque de sensibilidade mandaram presentinhos a Benjamin, muito obrigada!
Retorno anunciando que pagarei as minhas pendencias com os leitores deste blog! Não sei quando…mas sempre que der eu atualizo:
1- Concluiremos em breve a série sobre educação sexual
2- Devo um post à querida Milene sobre alimentação dos pequeninos
3- Devo as resenhas sobre algumas leituras (prometidas aqui).
Espero que aos poucos este blog volte a ter vida, como há de sobra agora na casa desta mamãe que sempre tendes a gentileza de acompanhar.
Até Breve!
Que a paz que excede todo entendimento invada nossos lares e nos faça desfrutar as pequenas coisas da vida em meio ao caos que é o mundo!
É com alegria que retomo o blog, não com muito tempo, vagarosamente, mas com alegria. Estou envolvida em aprender a ser mãe de dois, sem deixar de lado o que é importante e posso garantir que essa tem sido uma jornada instigante e cheia de aprendizados.
Acho que como muitas das minhas amigas mães de múltiplos gurizinhos me diziam, ser mãe de mais de um nos leva ao caminho da simplicidade. A gente aprende a simplificar o que dá pra simplificar, dividir o que dá pra dividir e aos poucos vai aprendendo a lidar com as diferenças que se inscrevem na forma de ser de nossos filhos. Perdoem-me a redundância, mas cada um é mesmo cada um! Em toda singularidade que esta sentença emprega.
Como é belo o dom da vida! Como um recém-nascido revela Deus! A gente vai se descobrindo como mãe de seres tão diferentes não só na idade, mas em tudo!
Antes de falar de algo especifico queria agradecer a todos pelo carinho! na comunidade do blog no facebook, aqui mesmo no blog, no e-mail, nas lembrancinhas e visitas e até no gesto daqueles que num toque de sensibilidade mandaram presentinhos a Benjamin, muito obrigada!
Retorno anunciando que pagarei as minhas pendencias com os leitores deste blog! Não sei quando…mas sempre que der eu atualizo:
1- Concluiremos em breve a série sobre educação sexual
2- Devo um post à querida Milene sobre alimentação dos pequeninos
3- Devo as resenhas sobre algumas leituras (prometidas aqui).
Espero que aos poucos este blog volte a ter vida, como há de sobra agora na casa desta mamãe que sempre tendes a gentileza de acompanhar.
Até Breve!
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
Nasceu... Beatriz!
Aos queridos leitores, uma pausa aqui no blog e o início de uma nova jornada de trabalho todos os dias, cada minuto e segundo, publicando mensagens de amor na vida da pequena Beatriz que acaba de nascer.
imagens: http://adnasb.blogspot.com.br/
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
Filhos e suas escolhas
Já falei aqui de minha mania persistente de ler livros ao mesmo tempo. Por esta razão vou postar esta semana provavelmente pontos de duas ou três leituras que venho fazendo. Não esqueci de minhas pendencias convosco. Ainda tenho que terminar alguns temas que não concluímos, mas vamos considerar hoje uma pequena entrada da semana.
O livro se chama Quando Filhos Bons Fazem Escolhas Ruins de Elyse Fitzpatrick e Jim Newheiser. Em português a obra foi lancada com esse titulo pela CPAD. Não vou falar da obra completa. É um livro interessante que mostra a forma como muitas vezes as escolhas dos filhos podem ir de encontro àquilo que aprendem no lar. Ele foi escrito motivado pela experiência dos próprios autores.
Um dos capítulos dos livros que chamou minha atenção foi um em que os autores definem o papel dos pais como sendo o de examinar certos frutos no comportamento dos filhos que demonstrariam certa necessidade de intervenção nossa, enquanto são pequenos.
Gostei muito da leitura porque muitas vezes, na caminhada da maternidade, percebemos um ou outro aspecto persistente na conduta ou caráter em formação dos pequeninos que não corresponde aos princípios bíblicos que lhes transmitimos. Nesta seleção entra tudo: um mentirosinho compulsivo, um teimoso obstinado ou aquela criaturinha que parece já ter nascido descontente e amargurado, incapaz de ouvir, etc. Muitas vezes, nossas crianças podem entrar numa fase em que a gente se pergunta onde ficou nossa doce menininha ou nosso rapazinho educado. Parece que temos que pacientemente começar do ponto 0.
Estes dias, estava conversando com uma amiga ao telefone sobre isto e como muitas vezes nossos pequenos podem sair com atitudes que nos façam desmoronar. Bom, os autores do livro em questão lançam uma certa luz para a forma como podemos ser surpreendidos até por aquele filho que nos dá tranquilidade e de repente nos enche o coração de tristeza e dor. Como identificar sinais de que isso pode acontecer? Identificando frutos. Veja a lista de sinais dada pelos autores:
1- Seu filho tem uma atitude de desrespeito a autoridade?
2- É descontente e sempre ingrato?
3- O comportamento dele se carateriza por preguiça e falta de auto-disciplina?
4- Demonstra um desejo exacerbado por privacidade?
5- Tem interesses intelectuais questionáveis?
6-Você chegou ao ponto de imaginar que todas as palavras de seu filho são mentirosas e enganosas?
Não se apavore! A colheita não se perdeu, ainda! Mas não entre no psicologismo barato de achar que é fase e passa sozinha. Mesmo se for uma fase motivada por algum fato desencadeante (chegada de um irmãozinho, amigos na escola, mudança, etc.) creio, e você é livre pra me acompanhar na minha crença ou não, que precisamos trabalhar para que de fase em fase estes frutos não se tornem marcas do caráter deles. O que tenho aprendido no meu curto tempo de mãe é que a maternidade é um chamado a sempre estar pronta pra começar tudo de novo até o dia em que existam bons alicerces para o caráter deles. Isso começa de cedo. Nosso pequeno que chega em casa e corre para os meios tecnológicos sem sequer nos saudar, será o jovem pedante incapaz de desligar a TV para ouvir a mãe falando. No entanto, embora trabalhemos persistentemente, isso não impede que, no meio do caminho, eles descubram que há outra forma de vida mais atrativa lá fora, nesses momentos, eu oro por graça para reconduzir meu pequeno rebanho a pastos verdejantes, tal como fizeram os meus pais sempre que queriamos pegar um atalho perigoso. Sou uma humilde aprendiz, que Deus me dê a graça de perceber sinais de frutos ruins e desfazer armadilhas de engano que são muitas!!!
Boa noite a todos!!!
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sexta-feira, 11 de outubro de 2013
Ainda sobre aniversário infantil em casa
Olá pessoas amadas por Deus,
Me empolguei com a festa em casa... rs. Outras idéias de cardápio postados no blog Coisas da Mamy:

Me empolguei com a festa em casa... rs. Outras idéias de cardápio postados no blog Coisas da Mamy:
- Sanduíche em forma de suchi e cortados com cortador de biscoito:

- Sanduíche do miga com tomate cereja:
- Brigadeiro de copinho:
- Que tal salchicha no palito enrolada em massa de lasanha e assada:
Uma idéia do Onde Buffet infantil é servir picolés caseiros. Lá, na página deles estão disponíveis as receitas de picolés diversos que parecem deliciosos. É só comprar as forminhas e pronto!
Então?! Gostou? Algumas dessas idéias podem ser usadas na visita dos amiguinhos do filho.
Você pode encomendar algo também e servir em casa.
Duas dicas minhas pra quem mora em Recife:
Os biscoitos decorados e bolinhos da minha amiga Nel da Boutique Glacê e o bolo sorvete espetacular do Amor em Pedaços Recife, dos meus amigos Adna e Luciano (loja localizada no shopping Rio Mar) que conta com um serviço de delivery. Eles tem anunciadamente um excelente café, mas lá em casa o sucesso garantido entre meus rapazes são os diversos sabores de sorvete. O bolo de sorvete é feito com camadas de bolo e sorvete. Além disso, se seu filho tem intolerância a glúten, lactose ou se é diabético, lá há um cardápio de bolos e doces apropriado.
Outras opções também existem no mercado e podem incrementar um cardápio feito em casa.
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
Aniversário Infantil- Usando a criatividade
Estes dias uma amiga postou um texto sobre as grandes festas infantis que existem na atualidade. Há muito tempo os aniversários infantis, em sua maioria, têm se tornado eventos sociais e não mais comemorações familiares ou entre amigos. Não estou dizendo que isto é certo ou errado, mas concordo com minha amiga em que tudo se torna tão obvio e previsível. Na minha infância, minha mãe organizava meus aniversários e era muito bom acordar e começar a preparar as coisas. Eu tive até um aniversário comemorado junto com minha amiga Laura. Acho que foi o de 4 anos. Eu lembro vagamente. Nossas amigas argentinas Uli e Andrea eram as ajudantes. Tinha chocolate quente, bolo feito em casa, sanduíches, muita coisa quente por conta do frio. Nós participávamos de todo o preparo. Talvez por essas lembranças creio que há formas criativas de organizar um aniversário divertido em casa com os amiguinhos e parentes dos filhos e colocar a filharada pra ser parte do preparo. Eu sou adepta do organize você mesma! Agora mesmo estou bordando as fraldas de Beatriz e procurando energia para dar seguimento aos mimos de maternidade. Gosto de sentir que há um pouco de mim naquilo que organizo para os meus queridos.
Vejam estas sugestões para festa infantil:
Vejam estas sugestões para festa infantil:
A Tati do Panelaterapia dá uma dica legal: Fazer uma mesa estilo self-service com os ingredientes e uma decoração bacana com o tema hotdogs. Vejam algumas das imagens postadas por ela, como sugestões:
Os créditos das duas imagens estão no blog dela, mas são:
Imagem 1: http://www.tiedribbon.com/2012/08/birthday-party-part-2.html
Imagem 2: http://alittlepolkadot.blogspot.com.br/2010/10/hot-diggity.html
Gostei desta idéia porque dá pra fazer uma coisa barata e simples, que não requer da mãe passar a festa trabalhando. Esse tempo pode ficar para as brincadeiras com as crianças e conversas com outras mães, caso as crianças se envolvam em atividades. Além disso, foge-se da tradicional idéia daqueles temas já tão repetidos.
Uma outra ideia legal é desenvolver um cardápio alternativo em que os bolinhos e coisas fritas são substituídos por deliciosos sanduíches frios decorados. O jeito de cortar (cortadores de biscoito são ótimos para cortar pão de miga ou forma), de enrolar e preparar pode fazer toda a diferença. Você pode fazer wraps de frios, sanduíches de carne moída em mini francezinho, sucos e coquetéis infantis (são super fáceis, eu passo depois a receita de alguns se quiserem!!!), pipoca feita em casa na hora da festa e distribuída em pacotinhos apropriados. Veja aqui uma dica de cardápio e arrumação do Portal Tudo Aqui:
Acho que o jeito de dispor faz toda a diferença! É possível também fazer coisas que dão pouco trabalho como enrolar salchichas em massa folhada comprada pronta e levar ao forno, sanduíches de miga com patês e pastas feitas em casa ou comprados e frios, brotinhos de pizza feitos em casa ou com massa semipronta (só é preciso acrescentar o molho, o queijo e orégano).Os doces podem ser feitos pelas tias, mães e quem se dispuser e for habilidoso.
Pode-se também definir o tema a partir do cardápio. Por exemplo:
Pizzaria da Maria:Fazer uma tarde com pizzas diversas encomendadas antes e servidas numa mesa coletiva enfeitada como cantina italiana com pequenos vasos de flores e uma toalha xadrez vermelha. Principalmente se você planeja uma festa com poucos amigos ou amigas da mesma idade. É só usar a criatividade. Olha o convite legal da Festa em detalhes:
Um outro tema que gosto é o picnic no jardim, no quintal ou mesmo no parque. Vejam que festinhas simples e belas nas fotos abaixo:
Imagem: colorparty.com.br
Imagem: vestidademae.com.br
Olhe uma idéia legal de como incluir frutas no cardápio e deixar a festa colorida no Portal Tudo Aqui:
Esta idéia das frutas pode até mesmo ser usada em outros temas ou festas sem temas nas quais você queira incluir frutas. Eu acho que um aniversário ao ar livre é tudo de bom para crianças. Você pode dispor o lanche, levar pacotinhos prontos ou mesmo 2 ou 3 cestas de picnic com conteúdo diferente, sucos e guloseimas para que as crianças brinquem e se sirvam livremente.
Outros temas como festa do sorvete, festa das bonecas (uma tarde entre meninas em que cada convidada trás a boneca e todas brincam juntas numa mesa de chá da tarde), festa no quintal (com busca ao tesouro, banho de mangueira, etc.) e um enfim de propostas em que se foge do obvio e se gasta menos.
Para ocupar as crianças em qualquer festa, você pode disponibilizar jogos, quebra-cabeças, kits de arte, pegar a vovó que faz cupcakes e pedir que organize uma oficina ou a tia artista que providencie uma oficina de arte ou até mesmo você propor brincadeiras de antigamente (dependendo da idade). Talvez você não terá a mesma exibição de uma festa organizada por buffet e produtores, mas você terá uma celebração que será de diversão para seu filho.
Enfim, dá pra fazer festa simples, fugir do obvio e não gastar o dinheiro do ano todo e se endividar!!! O seu pequeno provavelmente vai gostar. Obviamente estas são propostas para poucos convidados, talvez apenas amiguinhos do filho. Talvez esta seja uma desvantagem para quem gosta de festas mais cheias ou tem milhares de parentes e amigos e quer dar uma festa para eles.
Os créditos das duas imagens estão no blog dela, mas são:
Imagem 1: http://www.tiedribbon.com/2012/08/birthday-party-part-2.html
Imagem 2: http://alittlepolkadot.blogspot.com.br/2010/10/hot-diggity.html
Gostei desta idéia porque dá pra fazer uma coisa barata e simples, que não requer da mãe passar a festa trabalhando. Esse tempo pode ficar para as brincadeiras com as crianças e conversas com outras mães, caso as crianças se envolvam em atividades. Além disso, foge-se da tradicional idéia daqueles temas já tão repetidos.
Uma outra ideia legal é desenvolver um cardápio alternativo em que os bolinhos e coisas fritas são substituídos por deliciosos sanduíches frios decorados. O jeito de cortar (cortadores de biscoito são ótimos para cortar pão de miga ou forma), de enrolar e preparar pode fazer toda a diferença. Você pode fazer wraps de frios, sanduíches de carne moída em mini francezinho, sucos e coquetéis infantis (são super fáceis, eu passo depois a receita de alguns se quiserem!!!), pipoca feita em casa na hora da festa e distribuída em pacotinhos apropriados. Veja aqui uma dica de cardápio e arrumação do Portal Tudo Aqui:
Acho que o jeito de dispor faz toda a diferença! É possível também fazer coisas que dão pouco trabalho como enrolar salchichas em massa folhada comprada pronta e levar ao forno, sanduíches de miga com patês e pastas feitas em casa ou comprados e frios, brotinhos de pizza feitos em casa ou com massa semipronta (só é preciso acrescentar o molho, o queijo e orégano).Os doces podem ser feitos pelas tias, mães e quem se dispuser e for habilidoso.
Pode-se também definir o tema a partir do cardápio. Por exemplo:
Pizzaria da Maria:Fazer uma tarde com pizzas diversas encomendadas antes e servidas numa mesa coletiva enfeitada como cantina italiana com pequenos vasos de flores e uma toalha xadrez vermelha. Principalmente se você planeja uma festa com poucos amigos ou amigas da mesma idade. É só usar a criatividade. Olha o convite legal da Festa em detalhes:
Um outro tema que gosto é o picnic no jardim, no quintal ou mesmo no parque. Vejam que festinhas simples e belas nas fotos abaixo:
Imagem: colorparty.com.br
Imagem: vestidademae.com.br
Olhe uma idéia legal de como incluir frutas no cardápio e deixar a festa colorida no Portal Tudo Aqui:
Esta idéia das frutas pode até mesmo ser usada em outros temas ou festas sem temas nas quais você queira incluir frutas. Eu acho que um aniversário ao ar livre é tudo de bom para crianças. Você pode dispor o lanche, levar pacotinhos prontos ou mesmo 2 ou 3 cestas de picnic com conteúdo diferente, sucos e guloseimas para que as crianças brinquem e se sirvam livremente.
Outros temas como festa do sorvete, festa das bonecas (uma tarde entre meninas em que cada convidada trás a boneca e todas brincam juntas numa mesa de chá da tarde), festa no quintal (com busca ao tesouro, banho de mangueira, etc.) e um enfim de propostas em que se foge do obvio e se gasta menos.
Para ocupar as crianças em qualquer festa, você pode disponibilizar jogos, quebra-cabeças, kits de arte, pegar a vovó que faz cupcakes e pedir que organize uma oficina ou a tia artista que providencie uma oficina de arte ou até mesmo você propor brincadeiras de antigamente (dependendo da idade). Talvez você não terá a mesma exibição de uma festa organizada por buffet e produtores, mas você terá uma celebração que será de diversão para seu filho.
Enfim, dá pra fazer festa simples, fugir do obvio e não gastar o dinheiro do ano todo e se endividar!!! O seu pequeno provavelmente vai gostar. Obviamente estas são propostas para poucos convidados, talvez apenas amiguinhos do filho. Talvez esta seja uma desvantagem para quem gosta de festas mais cheias ou tem milhares de parentes e amigos e quer dar uma festa para eles.
terça-feira, 8 de outubro de 2013
Educação Sexual (Parte 2)
Este post é uma continuação deste outro aqui que fiz sobre uma reportagem que abordava o tema da sexualidade e gravidez na adolescência. Gostaria de tratar o tema dividido em alguns posts pra não cansar meus queridos leitores com um texto muito longo e para alguns enfadonho. Eu acho que, as vezes, nós cristãos estamos nos prendendo em alguns assuntos recorrentes, embora importantes, e não atentamos para a forma como nossas crianças estão sendo doutrinadas e como assuntos vitais estão sendo tratados com um viés que responde a determinada agenda politica e ideológica.
A questão que quero focar hoje diz respeito a clareza sobre o papel da escola, do estado e dos pais e a forma como isso tem se desdobrado numa serie de encaminhamento que põem os pais como coadjuvantes na educação de seus filhos. Alguns argumentos se destacam como justificativa desta mudança social que tem sido considerada a forma politicamente correta de educação. Desde que as escolas passaram a ser o espaço onde muitas crianças passam o dia, onde aprendem a comer a andar, a escovar os dentes, etc. vemos claramente que esta tem ocupado um espaço cada vez maior na vida de muitas crianças. Por outro lado, a emergência de uma tendencia na educação de tornar a escola menos academicista e mais aplicada ao cotidiano sobre o argumento de criar cidadãos tem cada vez mais ampliado o espaço de ação da escola e da interferência dela em temáticas que antes eram tidas como pertencendo a instrução familiar.
No que diz respeito a certos temas, isto é uma questão muito delicada pois elege-se uma visão de mundo e a partir dela se aborda temáticas sobre os quais existem diversas formas de pensar. A sexualidade humana está no meio deste emaranhado e confusão. Eis os argumentos utilizados comumente para esta insistência em tratar desse e outros assuntos de uma forma que responde aos valores presentes:
Eis alguns contra-argumentos que me parecem importantes:
É triste ver como não se dá importância a certas questões. Quem já viu, por exemplo, a escola tratando com os pais a erotização da infância e a relação disso com abusos sexuais? Ou outros temas na mesma linha? Poucos! A sexualidade é parte da vida humana, mas não é composta apenas do ato sexual. Ela é uma faceta da vida que deve ser incluída sim na educação das crianças mas de forma condizente com o desenvolvimento pessoal de cada um. Nada melhor do que incentivar os pais a introduzirem o assunto, em vez de antecipar o tema cada vez mais tirando dos pais o direito de terem as primeiras conversas com seus filhos que lhe permitam conhecer seu corpo, sua sexualidade e posteriormente saberem do ponto de vista biológico, afetivo, moral e ético o que constitui a intimidade sexual. Esteja atento, não fique por fora da educação de seus filho.
No que diz respeito a certos temas, isto é uma questão muito delicada pois elege-se uma visão de mundo e a partir dela se aborda temáticas sobre os quais existem diversas formas de pensar. A sexualidade humana está no meio deste emaranhado e confusão. Eis os argumentos utilizados comumente para esta insistência em tratar desse e outros assuntos de uma forma que responde aos valores presentes:
- A escola deve ser um espaço para aprender sobre a vida e não de uma formalidade fria e de ensino descontextualizado com as vivencias pessoais.
- Sexualidade é um tema que faz parte de muitas das disciplinas escolares, tais como biologia, cidadania, etc.
- A escola é um espaço de formação de cidadãos.
- Muitas vezes os pais não falam sobre o tema por questões diversas como vergonha, falta de tempo, etc.
- A educação sexual na escola pode desconstruir visões de mundo que são reprodutoras de mitos, preconceitos , etc. Ela também pode fornecer ao adolescente uma abertura de visão, oferecendo uma outra compreensão de mundo, para que ao escolher o o adolescente e a criança possa faze-lo tendo diferentes paradigmas para escolher.
Eis alguns contra-argumentos que me parecem importantes:
- Contextualizar o ensino requer uma escolha do que estamos chamando de contexto. Ao trazer conteúdos para o dia-a-dia da criança ou adolescente é preciso ter clareza sobre que viés o educador vai fazê-lo. O grande problema na forma como isto tem sido feito é que nas escolas não há respeito pela forma como os pais educam seus filhos em casa. Segundo, antes de ensinar nossos filhos sobre a vida é preciso sabe o que se está definindo como vida e quais os parâmetros que se tem por base. Quando você matricula seu filho numa escola que tem sua matriz ideológica definida, você sabe o que esperar dela (por exemplo: escola cristã, escola ateísta, etc.) e mesmo assim o diálogo com os pais não é dispensável, mas quando não há clareza sobre isto há uma atitude autoritarista (não de autoridade) de impor uma determinada forma de pensar sobre o tema baseado nas convicções do educador e/ou instituição. É possível contextualizar, mas em temas como sexualidade, fé, papéis familiares é preciso entender que há um limite claro que deve ser respeitado, não sendo assim o que temos é doutrinação ideológica.
- É sabido que a sexualidade humana tem o seu caráter biológico, por exemplo. Geralmente, temas são multifacetados. No entanto, é preciso que exista um limite claro entre o que é conteúdo acadêmico e o que é parte do direito do aluno e seus pais de escolherem a forma de pensar a sexualidade como comportamento humano, por exemplo. Se se quer tratar o tema porque questões emergem por parte dos alunos, porque não convidar para o debate pessoas que têm uma outra forma de pensar e tratá-las com o mesmo respeito daquelas que representam uma visão de sexualidade dominante em nossa sociedade? A questão é que em muitas escolas não há clareza, nem se abre uma ampla discussão com os pais sobre a forma como certos temas vão ser abordados. Tive um aluno na universidade que era pastor e me contou que a escola de sua filha levou uma ativista do movimento feminista para falar sobre a sexualidade e o corpo feminino. Quando ele foi à escola (pública, diga-se de passagem) reclamar, lhe disseram que a escola deveria estar aberta a diferentes formas de pensar. Ele, prontamente, se ofereceu para vir junto com uma genecologista cristã contribuir com aquilo que estava sendo chamado de ampliação de horizontes. Até hoje ele espera o retorno da escola.
- A escola é um espaço de produção de cidadãos? Pra mim, em parte. Há temas da cidadania que devem ser tratados pelos pais, pois estão ligados a crenças, moralidade, etc. A sexualidade no que diz respeito a seu âmbito moral, social, afetivo e ideológico deve ser tratado pela família. Quando alguém liga a palavra prevenção apenas a doenças sexualmente transmissíveis e gravidez precoce, eu não concordo. Estas não são as únicas consequências danosas que om exercício do ato sexual, em certos contextos, podem trazer (falaremos disso num dos posts que se seguem).
- Se os pais não falam sobre sexo por timidez ou falta de tempo, o papel da escola é conscientiza-los sobre este papel ou assumir o lugar deles? Quer dizer que se descobrirem que crianças comem mal porque seus pais não têm tempo de ir comprar frutas e legumes e preferem comida processada, a escola vai fazer as compras para os pais? Falo isso com propriedade. Um dia, na igreja, uma mãe me procurou aflita pois sua filha estava tendo conversas com um amigo de 14 anos pelo facebook relativas a sexo. O rapaz já a tinha convidado a passar em sua casa quando os pais de ambos estivessem ausentes. Ela me procurou aflita em busca do que fazer. Disse a ela que deveria conversar com a filha sobre o episodio, rever a presença dela nas redes sociais e suprir as informações necessárias ao crescimento. Ela empalideceu e me disse que não tinha facilidade em tratar o tema. Sua mãe nunca o tinha feito e ela aprendeu com a vida. Queria que eu fizesse o seu papel! Expliquei para ela que poderia aconselhar sua filha, fornecer informações a ela como mãe e até providenciar uma palestra coletiva sobre o tema. No entanto, nunca poderia como igreja fazer o papel que era dela. Eu disse àquela mãe que se Deus pôs aquela bela garota em seu ventre, ela era a pessoa capaz de ajudá-la. Há coisas na maternidade que nos desafiam a lutar contra nossas limitações. Nem a escola, nem a igreja, nem ninguém deve substituir os pais. Graças a Deus creio que ela entendeu isso!!! Continuei disponível a ela pra ajudá-la a encontrar informações. O que não posso é fazer o seu papel.
- O que vejo a meu redor é uma escola muito preocupada em desconstruir formas de pensar e pouco preocupada em alfabetizar, apresentar leituras relevantes, desenvolver o talento que nossos filhos tenham. Professores que dão aula sem um planejamento prévio e usam a cidadania como desculpa para sua falta de preparo e tratam de temas relevantes a partir de achismo, de uma postura hedonista que constrói um altar ao sexo, e frases de efeito. Isto é uma forma de reproduzir uma péssima educação e não de dar vida e sentido a conteúdos.
É triste ver como não se dá importância a certas questões. Quem já viu, por exemplo, a escola tratando com os pais a erotização da infância e a relação disso com abusos sexuais? Ou outros temas na mesma linha? Poucos! A sexualidade é parte da vida humana, mas não é composta apenas do ato sexual. Ela é uma faceta da vida que deve ser incluída sim na educação das crianças mas de forma condizente com o desenvolvimento pessoal de cada um. Nada melhor do que incentivar os pais a introduzirem o assunto, em vez de antecipar o tema cada vez mais tirando dos pais o direito de terem as primeiras conversas com seus filhos que lhe permitam conhecer seu corpo, sua sexualidade e posteriormente saberem do ponto de vista biológico, afetivo, moral e ético o que constitui a intimidade sexual. Esteja atento, não fique por fora da educação de seus filho.
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