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sábado, 25 de outubro de 2014

Muita tinta e diversão!!!

Oi Mamães e papais de plantão,

Vejam que idéias legais:

10 atividades criativas para as crianças fazerem com tinta

Quem tem filhos pequenos sabe que um dos maiores desafios é conseguir ocupá-los nos tempos livres, com atividades criativas e lúdicas – o que leva muitas vezes os pais a investirem bastante dinheiro em jogos e brinquedos que, ao fim de pouco tempo, deixam de ser novidade para as crianças e ficam arrumados nas prateleiras. No entanto, a verdade é que basta um pouco de tinta e de imaginação para que uma tarde em casa seja repleta de diversão!
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sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Guia para cardápio de bebês

Olá queridos e queridas!

Toda mamãe sabe que o melhor alimento para o filho nos 6 primeiros meses de vida é o leite materno, pelas inúmeras razões que já são por demais difundidas. No entanto, aos 6 meses já se recomenda que as crianças comecem a experimentar novos alimentos de acordo com a idade do bebê. O site babycenter.com fornece um guia bastante interessante sobre o que introduzir na alimentação do bebê:







Idade: 6 a 8 meses
O que oferecer

  • Leite materno ou formula ( o segundo, obviamente, quando a amamentação é impossível)
  • Purê de frutas (banana, pêra, pêssegos, maçã, etc.) ou as mesmas frutas raladas ou bem machucadas com o garfo. 
  • Purê de vegetais bem cozidos ou os mesmos machucados com o garfo ou peneirados (batatas, cenoura, chuchu, abobrinha, abóboras, etc.)
  • Sucos de fruta
Os purês de vegetais cozidos podem ser temperados com hortaliças (coentro, cebola, tomate) e especiarias e ervas em pequenas quantidades, apenas para dar sabor. Mesmo com as frutas, é possível temperar! 
Seu bebê pode rejeitar um mingau de aveia, mas sua reação pode ser outra se você oferecer o mesmo mingau com banana amassada e temperado com canela ( esta foi minha experiência com Beatriz). Obviamente, converse com o pediatra sobre as suas opções.




Idade: 8 a 10 meses

Sinais que o bebê está pronto para sólidos ou finger food (pequenas porções para pegar com os dedos):
  • Já pega objetos pequenos com os dedos (usando-os com uma pinça)
  • Consegue transferir coisas de uma mãe a outra
  • Consegue levar coisas à boca com sua mão
  • Faz movimentos de mastigação

 O que oferecer
  • Leite materno ou formula (com a mesma ressalva, obviamente)
  • Pequenos pedaços de queijo pasteurizado suave como o cottage ou ricota
  • Frutas e vegetais amassados com o garfo
  • pequenas porções (finger food)- frutas fáceis de mastigar como banana, pequenas porções de vegetais cozidos fáceis de mastigar, macarrão fino bem cozido em pequenos pedaços, pequenos pedaços de pão que seja de textura suave (podem ser integrais).
  • Pequenas porções de proteína (ovo, carnes passadas em processador, peixes sem espinha, feijão e lentilhas amassadas)
  • Cereais à base de arroz, aveia
  • Sucos de fruta
Neste primeiro momento ter paciência e persistência é primordial. Se possível, não insira na alimentação de seu filho alimentos cheios de gordura saturada e gorduras trans.  O que tenho aprendido com meus pequenos é que os primeiros dois anos são um tempo bom para criar bons hábitos. Tenha, também, o cuidado de não ficar insistindo num alimento ou fruta só porque seu filho come fácil e quando o bebê estiver perto de completar um aninho já inclua itens para ele na refeição da família.




quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Spurgeon…mais atual do que nunca!

Oi meninas queridas!

Voltei a um velho livro que edifica bastante minha vida como mãe e reencontrei um texto do C.H. Spurgeon sobre o filho da mulher sunamita! Ah como chorei diante de Deus pela alma dos meus filhos, pelo caminhar deles com Cristo. Ao mesmo tempo, entendi que…






`` (…) Você precisa  em seguida procurar se adaptar até onde for possível à natureza, aos hábitos e ao temperamento da criança. Sua boca precisa descobrir as palavras da criança, para que ela entenda o que você quer dizer; você precisa ver ver as coisas com os olhos de uma criança; seu coração precisa sentir os sentimentos de uma criança, para ser seu companheiro e amigo; você precisa ser um estudante do pecado juvenil, precisa condoer-se das provações juvenis; precisa até onde for possível, entrar no espírito das alegrias e tristezas juvenis. Não pode se irritar com a dificuldade desse assunto ou sentir que isso é humilhante. Se é exigido algo difícil, você precisa fazˆe-lo e não achar difícil. Deus não ressuscitará uma criança morta por meio de você se você  não estiver disposto a ser todas as coisas para aquela criança, para que, se alguma possibilidade houver, você possa ganhar a sua alma.
(…) Quem sabe falar com crianças não é tolo; um simplório está muito enganado se acha que sua tolice pode interessar meninos e meninas. São necessários nossa melhor inteligência, nossos estudos mais zelosos , nossos pensamentos mais sinceros, nossas capacidades mais maduras, para ensinar os nossos pequenos.´´

C.H.Spurgeon

Bom dia mamãe! Que Deus com sua graça nos ajude!

Imagem:vidasetechaves.wordpress.com


quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Simplicidade sim, desleixo não! Esta é minha meta de dona de casa, esposa e mãe

Oi queridos e queridas,

Passo por aqui, hoje, muito feliz em reencontrar vocês. Gostaria de falar de algo que tenho aprendido na minha curta jornada de mãe e esposa. Sei que tenho muito que aprender, muito mesmo! Tenho, no entanto, refletido muito sobre as nossas muitas atribuições e como coordenar tudo e me veio uma palavra á mente:simplicidade!
 Quando eu não tinha filhos, eu gostava de fazer comida complicada, milhões de entradas para as visitas e sobremesas q levavam tempo para montar. Quando me tornei mãe, a maternidade não esticou meu dia em mais que 24hs. Então, surge a pergunta que não quer calar: como fazer tudo com amor e capricho no tempo que não estica? Minha casa precisa virar um caos? Nunca mais vou colocar uma mesa bonita? Não! O segredo? Simplicidade!

Sim! Descobri que quando temos filhos pequenos é hora de simplificar, sem deixar de se importar.

  • Você pode servir a mesma coisa de segunda a sexta e servir no fogão, na panela, porque não tem tempo. Ou você pode servir uma comida simples, executável, porém gostosa e servida no capricho, na mesa, ou onde achar conveniente, da melhor forma possível. Os pequenos podem ajudar. Pode adiantar coisas um dia antes, ou pesquisar uma vez no mês por receitas rápidas, etc. Fazer uma comida gostosa, serví-la com capricho dará a sensação que as refeições são especiais! O simples com amor e capricho!
  • Você pode deixar sua casa virar uma loucura, com coisas espalhadas a meses ou pode tolerar uma certa bagunça explicando a seus filhos a importância de arrumar a casa. Uma casa  com crianças pequenas não é showroom de loja de decoração, nem pode ser um lugar que se tem, mas não se usufrui. Você pode simplificar a arrumação, definir intervalos para, com os pequenos, colocar o que se usou no lugar, definir lugares para colocar as coisas para que seus pequenos aprendam a tirar e guardar sozinhos, simplificando...
  • Você pode parar de receber pessoas porque não tem tempo de fazer pratos demorados e muito elaborados ou pode receber da melhor forma que lhe é possível, com comidas simples de fazer, convidativas aos olhos e gostosas de comer. 
  • Você pode desistir da decoração da sua casa ou pode torna-la simples e aconchegante! De nada adianta uma casa bonita sem alma, na qual as crianças não podem se mover. Você pode delimitar espaços que não são seguros e pode também tomar medidas simples para deixar sua casa bonita para os seus: que tal colocar as maçãs que comprou numa linda tigela na mesa? Que tal trocar os salgadinhos cheios de gorduras por flores que estejam na promoção ou cultive plantas com as crianças. Enfim, faça algo que tenha a ver com você e os seus.

Enfim acrescente simplicidade em seu lar, mas nunca passe a mensagem que o lugar onde juntos habitam não mais importa! Ensine aos seus filhos que aquele é um lugar muito importante! É mais que uma casa, um lar!

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Altruísmo, cordialidade e conversa...isto ainda vale alguma coisa?


``Cada um zele, não apenas por seus próprios interesses, mas igualmente pelos interesses dos outros.´´
Filipenses 2.4





Queridos e queridas,
Que a paz de Cristo esteja presente em nossos lares!

Hoje eu escrevo sobre um tema que já tive vontade de abordar. Imaginem a seguinte cena: uma mãe sozinha levando os filhos ao pediatra. Um deles é um bebê, o outro é uma criança pequena. Ela desce do taxi, com uma criança no braço, outra segurando sua saia, ao mesmo tempo que paga o taxista, carrega também uma bolsa pesada  cheia de tudo que é necessário para longas horas de espera pelo médico. Duas senhoras apressadas fazendo Cooper param bloqueando o pequeno espaço entre um fiteiro, o taxi e o que restou da calçada esburacada. A mais velha diz:

-Pobrezinha, meu Deus! Olhando para a mãe das crianças que não se sente pobrezinha!.

-Pobrezinha não! Diz a outra. Onde está o marido?! Trabalhando! Ela falta emprego, ele não pode faltar! É por causa de gente assim, que aguenta tudo, cuida dos filhos sozinha, não põe os homens no lugar, que as mulheres sofrem. Não é tempo mais! Se ela lava pratos na segunda, ele lave na terça. Essa semana o folgado do meu pai me pediu um copo com água. Eu tava na cozinha trabalhando e ele sentado assistindo TV...
Lá foi ela com seu discurso de ativista, só lhe faltava o palanque...
Saber que coisas como essas são ditas a uma mãe me dá calafrios. Ela poderia ter ajudado ou não atrapalhado, mas em vez disso…

Parece que a família está, em muitos lugares, se tornando uma frente sindical onde todos lutam por seu pedaço e ninguém mais pode lutar pelo bem comum. Por que aquela mãe não poderia correr a próxima milha por amor ao marido e aos filhos? Como aquela mulher sabe por que o marido não está ali e se ele não gostaria de estar? 

É assim. Tudo hoje em dia gira em torno dessa discussão que só amargura relações entre pais de filhos pequenos, especialmente. Eu não quero esse tipo de família, em que todos reivindicam o que é seu e poucos cultivam o que é comum. Um dia desses meu filho mais velho me perguntou porque tinha que guardar os brinquedos da irmãzinha mais nova e não ela. Ele até disse que isso não era justo. Eu lembrei a ele que um dia antes o pai dele carregou as bolsas no ombro, ele num braço e sua irmazinha no bebê conforto, pra que ela não acordasse e ele também. Se fosse para cada um cuidar de suas coisas eu magoaria mais minha coluna dolorida, ele teria que acordar do quinto sono e Bia ficaria no estacionamento. Mostrei a ele que eu estava fazendo o almoço, se eu cozinhasse só pra mim, ele, o papai e a Bibi dele (como ele a chama) iriam passar fome. Assim é uma família! Cada um tem seu papel, mas todos cuidam uns dos outros. Não somos um sindicato, somos família! Se o fardo estiver pesado demais para alguém, conversaremos e veremos como redesenhar as coisas, mas não quero uma família onde as pessoas contem quantas coisas fazem para os outros. O meu pequeno logo entendeu! Guardou os brinquedos e, mesmo colocando tudo na mesa como um menino de quatro anos, me ajudou voluntariamente a arrumar a mesa para o almoço.

É engraçado! Se você vai a uma comunidade trabalhar cozinhando de graça para pessoas desprovidas financeiramente, você é generosa! Se você faz o jantar para seu marido e filhos todo dia é uma mulher atrasada e subjugada!  Não que o primeiro exemplo não seja louvável! Mas eu não entendo! Tive vontade de dizer àquela senhora que se meu pai pedisse um copo com água, eu levaria a água e ofereceria biscoitos e bolachas, mas ela não queria ouvir, apenas discursar! Eu não perdi meu tempo, estava atrasada!


Estes dias recebi em minha casa uma amiga mais velha que é uma das pessoas que mais admiro. O que ela veio fazer? Me ajudar! De graça, não ganha nada com isso, apenas o faz por ser uma Dorca que ama ao Senhor e serve ao próximo com alegria. Juntas sempre temos momentos suavemente agradáveis. Geralmente na minha cozinha. Esse dia ela veio porque eu estava sem tempo para fazer a massa da pizza que guardo congelada para dias difíceis que precisam de um jantar rápido. Sua filha, seguindo o caminho da mãe se ofereceu para arrumar comigo os armários da minha cozinha que eu comentei que precisava arrumar e cuidou de Bia uma boa parte do tempo. Anotei no meu caderno amarelo que quero criar Beatriz como aquela mãe criou sua bela e piedosa moça!Um dia desses essa amiga se ofereceu pra fazer com carinho trabalho de manicure porque percebeu que eu precisava de um refrigério num dia muito agitado. O que ela ganhou? Deixou logo claro que era um gesto de carinho para com uma mamãe cansada. Eu nunca a vi falando em publico, não sobe nos púlpitos, não participa de aglomerações e conversas vociferando. Não é incomum que ela não fale muito. Gosto de cozinhar com ela e gostava de ir a sua casa, pois sua comida tinha sem palavras escrito no aroma gostoso a palavra aconchego. Pode ser um prato de legumes. É sempre assim, na casa dela! Ela que muitas vezes entra muda e sai calada, por ser tímida, nem sabe o quanto é meu exemplo de mulher cristã.


Eu sei, muitas mamães estão despertando para correr a próxima milha! A Bíblia mudou nossos relacionamentos! Nada de se isolar buscando os próprios interesses. Torne a coisa leve, dialogue, peça ajuda e acima de tudo seja generosa! Isto num  mundo em que as pessoas só perguntam o que vão ganhar com isso ou aquilo é um testemunho vivo. Lave os pratos de sua sogra! Faça um bolo para a cunhada, mesmo que seja aquela que fala mal de você! Mande uma parte das frutas que ganhou para uma família amiga! Dê carona a quem precisa! Receba a visita inesperada da melhor forma que puder (se só tiver ovo, sirva o melhor ovo possível com bom humor). O que você ganhará com isso? Um coração de serva como o de Cristo! Obviamente, priorize aqueles que Deus colocou em sua vida, mas se sobrar um tempinho sirva aos demais.

Aquela mãe indo ao pediatra fui eu. Eu poderia dizer  àquela  senhora que na noite anterior meu marido lavou os pratos do jantar, enquanto eu cochilava fazendo as crianças dormir. Ele se ofereceu para ir comigo ao pediatra. Como ele estava atrasado, pois ficou um pouco com nossa bebê para eu dormir, pois estava cansada de uma longa semana, eu disse a ele que eu dava conta de nós três. Não vejo problema! Aqui em casa não temos esses dramas. Meu marido não tem que ir a todos os lugares para provar que é pai presente! Ele vai quando pode e é necessário! No mesmo dia foi a vez dele levar Benjamin para cortar o cabelo, não porque lutamos para igualar o número de tarefas, mas porque tentamos, com nossos erros e acertos, ser uma equipe.
 Eu quero relações igualitarias? Não! Quero relação de amor e cuidado! Onde não precisamos contar quem faz o que! Cada um dá o melhor de si. Quando algo for pesado demais pra um dos quatro, podemos conversar. Isso é família pra mim. Uma hora ou outra um vai cansar, arrebentar a corda, ter TPM, problemas no trabalho, dar lugar a mesquinhez ou acordar de mau humor. Essa será a hora dos outros serem generosos e correrem por ele a próxima milha e se necessário refletir com ele em amor. É fácil?não! Mas nós mamães edificamos a casa!  Lance os fundamentos, seja generosa e ensine o mesmo aos seus filhos.